sábado, 4 de fevereiro de 2012

SUKHPUHVAI

                       SUKHPUHVAI

Este exercício cura todas as enfermidades, purifica os nadisdá fixação às mentes errantes, melhora a digestão e a circulação e ajuda ao celibato dissipando as impurezas do corpo.
Sentarem posição cómoda, com o busto ereto.
Tapar a narina direita com o polegar direito. Inale pela narina esquerda contando lentamente até 3 (três) OMS. Imagine que esta dirigindo o Prána como ar atmosférico.
No transcurso da prática se aperceberá que esta realmente dirigindo o Prána.
Depois tape a narina esquerda com o dedo mlnimo da mão direita. prenda a respiração ate ter contado 12 (doze) OMS.
Envie a corrente para baixo em direção ao chacra Raiz até sentir que a corrente nervosa golpeia este chacra e então desperte o Kundaline.
Retire o polegar direito e exale pela narina direita até contar 6 (seis) OMS.
Novamente inale pela narina direita, retenhe e exale pela narina esquerda como já estabelecido.
Os seis processos indicados constituem um Prãnayáma Inicie com 6 (seis) Prânayámas pela manhã e 6 (seis) à tarde; gradativamente aumente até 20 (vinte).
A relação entro inalação, retenção e expiração: 1-4-2.
Tenha muito cuidado em realizar a retenção sem forçar seu organismo.
No se apresse. Seja paciente. concentre-se no chacra e medite em Kundaline.
A concentração é de importância vital no despertar do Kundaline.

2) BHRASTRIKA (FOLE)

Este exercício dissipa as inflamações da garganta, aumenta os sucos gástricos, cura as enfermidades do nariz e dos pulmões, fazendo desaparecer a asma, a anemia, as enfermidades biliares, etc.
Este exercício produz calor corporal.
Os benefícios do Sukh purvak também se obtêm com esta prática.
A característica principal deste exercício é a sucessão rápida e enérgica das expulsões exatamente como um fole de ferreiro, se deve neste exercício inalar e exalar rapidamente.
Sente-se em sua posição favorita.
Feche a boca, inspire e expiro rapidamente vinte vezes.
Dilate e contraia o peito a medida que respira.
Depois de realizadas vinte expulsões, inspire profundamente e prenda o ar tanto tempo quanto possível, e então expire lentamente.
Esta é uma etapa do Bhastrika.
Comece com dez expulsões de cada vez e aumento-as gradativamente até vinte e cinco.
Deve-se aumentar a retenção paulatinamente e com cautela.
Descanse um pouco depois de cada vez e reinicie o exercício como mesmo ritmo.
No principio faça três vozes. Depois que tenha obtido prática aumente até vinte vezes pela
manhã e vinte à tarde.
3) SURYABEDA
Cura o reumatismo, as remites e toda classe de nevralgias.
As lombrigas que se localizam nas sinuses frontais desaparecem com esta prática, ela dissipa as quenturas na cabeça, proporciona beleza corporal, aumenta os sucos gástricos e elimina as inflamações de garganta.
Também cura a asma e enfermidades pulmonares. deficiências respiratórias e doenças do coração.
Este Prânayama deve ser praticado uma vez ou outra até que se alcance a purificação do cérebro e desapareçam as lombrigas intestinais.
Sente-se em uma posição cómoda e feche os olhos.
Tape a narina esquerda com os dedo anular e mínimo da mão direita.
Inspire lentamente e sem fazer ruído, pela narina direita, tanto tempo ou quanto seja possível.
Tape então a narina direita com o polegar direito e retenha a respiração pressionando firmemente o queixo contra o peito.
Prenda a respiração até que a transpiração apareça.
Este ponto não é atingido de imediato. mas sim depois de alguma prática.
Expire lentamente, sem fazer ruído, pela narina esquerda e mantendo a outra flama tapada como polegar direito.
4) UJJAYI

Este exercício atua sobre as doenças nervosas, inflamações, dilatação do baço. dispepsia, desinteria, todos os tipos de febre e debilidade em geral.
Coloque-se em sua posição habitual; feche a boca.
Inspire lentamente por ambas as narinas com ritmo suave e uniforme.
Prenda a respiração tanto quanto seja possível sem esforça-se.
Expire lentamente pela narina esquerda, tapando a nutra com o polegar direito.
Durante a inspiração estufe o peito.
A esta altura ouvirá um som motivado pelo fechamento da glote, o qual deverá ser doce e uniforme.
Este exercício pode ser praticado andando ou parado.
Ao invés de expirar pela narina esquerda faça-o por ambas.











SHOKUMORYUNINJUTSU_


_SHOKUMORYUNINJUTSU_________________________
Treinado no Brasil e no Japão, o Sho Kumo Ryu Ninjutsu é uma
arte marcial japonesa que envolve conceitos de combate,
estratégia, conhecimento corporal, espiritualidade e filosofia.
Abrangendo todos esses aspectos,
esse estilo possui
18 especializações que possibilitam o desenvolvimento completo do seu praticante.
Criado por Yoshiaki Yamato (in memorian), em 1956, a paritr do reagrupamento de técnicas da tradicional escola de ninjutsu Fujiwara Koga Ryu, da também tradicional Tenshin Shoden Katori Shinto Ryu e do Kobudo. Tem como seu representante máximo Toshiro Yamato, irmão do fundador. No Brasil, o representante é o Shidoshi Rodrigo Müller, que ministra aulas em Cuiabá. Em Brasília, os mestres são: Sensei Rômulo Lima, Sensei Renan Zerbini, Sensei Ronaldo Rangel, Sensei Saulo Santos, Sensei Felipe Muniz, Sensei Tiago Santoro e Sensei Simone Mogami.
A essência do Sho Kumo Ryu Ninjutsu é o Shinobi Tai Jutsu, cuja a tradução literal significa a técninca do homem furtivo, ou seja, a Arte do Corpo, a maneira de lutar a mãos limpas do guerreiro ninja. O segredo da técnica do Shinobi Tai Jutsu do Sho Kumo Ryu Ninjutsu é a maneira de envolver o oponente como se estivesse cercado por uma teia, e então atacá-lo pelas laterais e pelas costas, tendo como alvo principal a estrutura de sua coluna e os pontos vitais (Kyusho), além de outros pontos sensíveis do corpo (atemi).
Outro aspecto muito trabalhado no Sho kumo Ryu é o uso de armas tradicionais japonesas (Juhakei Bugei) e algumas outras oriundas do Kobudo de Okinawa. Ao todo são trabalhadas 18 armas - 1) manriki gusari, 2) tanbo, 3) hanbo, 4) bo, 5) tanto, 6) nunchaku, 7) tonfa, 8) te kagi, 9) shuriken e tetsubishi, 10) tori nawa e kagi nawa, 11) sai, 12) kama, 13) kusarigama, 14) kyoketsu shoge, 15) yari, 16) naginata, 17) ninja to e 18) yume e hankyu - as quais possuem uma enorme variedade de técnicas.
O sistema de graduação utilizado é o denomidado Kyu/Dan, em sua estrutura inincial. Assim, até atingir a faixa preta 1o. Dan, o aluno passa por 20 kyus - faixa branca, faixa verde, faixa azul e faixa vermelha e, entre cada faixa, mais 4 ponteiras na cor da faixa seguinte - totalizando algo em torno de 10 anos de treino. Após o 1o. Dan (grau inicial de professor), o sistema passa a ser o tradicional Menkyo (licenças) - 1o. Dan: Sensei; 2o. ao 5o. Dan: Shidoshi.; 6o. ao 9o. Dan: Shihan; 10o. Dan: Menkyo Kaiden.
Por fim ressaltamos que o ninjutsu é um BUDO, uma arte marcial tradicional que tenta manter viva técnicas antigas de defesa pessoal japonesa e, diferente de um esporte marcial de contato, essa é uma arte marcial sem competições. Nós treinamos com o objetivo principal de defesa pessoal e complementamos esses treinamentos físicos com exercícios que tentam desenvolver a mente e fortalecer o espírito. Outro fator importante é que o ninjutsu atual é muito diferente do ninjutsu do século XIII. Não somos uma sociedade secreta de espiões e também não fabricamos ninjas; somos NINJUTSUKA (praticantes de ninjutsu). Nosso propósito, além dos já citados, é treinar pessoas para serem melhores em seu meio social. Para serem vencedoras, mas sempre com honra. Honra ao seu país, a sua família, ao seu mestre, a sua técnica e a tudo aquilo de bom em que acreditamos.

Ninjas de verdade


Ninjas de verdade
A arte marcial japonesa ninjutsu ensina técnicas de controle da mente, ilusionismo e luta corporal. Os
treinos também ocorrem ao ar livre, para que alunos aprendam estratégias de guerra sem confronto
Por Paola Lima / Equipe do Correio
Ninjas de cinema, lembra? Aqueles homens vestidos de preto da cabeça aos pés,
com uma habilidade impressionante para atacar, invadir, espionar. Lutadores com armas
típicas de filmes e revistas em quadrinhos: nunchakos, estrelas envenenadas, adagas, facas,
bombinhas, bastões. E as cenas? Ninjas desaparecendo em uma nuvem de fumaça,
escalando paredes ou se mantendo submersos por longos períodos de tempo.
Engana-se quem pensa que todas essas imagens são apenas fruto das
superproduções do cinema. Aqui mesmo, em Brasília, é possível deparar-se com alguns
ninjas no meio da rua. Bom, não no meio da rua. Mas em treinamentos no Parque da
Cidade, Água Mineral, Esplanada dos Ministérios.
São os praticantes do ninjutsu, arte marcial japonesa que aposta nas táticas de
guerra e auto-controle, tanto quanto nas técnicas de luta corporal. Umas das vertentes da
arte ensinada em Brasília é o tengu-dojo. Ao todo, são 120 aspirantes a ninja, com idades
entre 14 e 50 anos. Homens e mulheres, em diferentes graus de iniciação, que praticam a
luta apenas pelo prazer de aprender uma arte marcial. Sim, porque os ninjas não participam de competições e
quase nunca têm oportunidade de se exibir. Além disso, levam no mínimo dez anos para chegar a mestre.
Todos, porém, são ninjas de verdade — ou vão ser, com o tempo — ainda que não gostem da denominação
e da comparação com os ninjas do cinema. A caráter, eles se vestem de preto, usam máscaras e sapatilhas (que
leva o nome de dikou tabi). Sabem manusear bastões, as shakens (as estrelinhas de arremesso), espadas e o
nunchako (bastões unidos por correntes). Mas juram que o mais importante é o crescimento pessoal proporcionado
pelo treinamento.
‘‘A grande temática do tengu-dojo é a auto-superação. É descobrir e enfrentar seus limites físicos e
psicológicos’’, discursa o mestre Rogério Lima, 30 anos, praticante de ninjutsu há 17. ‘‘Com o treinamento, buscamos
nosso aprimoramento físico. Melhoramos condicionamento, flexibilidade, força, equilíbrio’’, explica.
Os praticantes do tengu-dojo mantêm-se ligados às tradições milenares japonesas. As aulas na academia
acontecem envoltas em cheiro de incenso e ordens em japonês. Ao canto do tatame, um altar reverencia os
mestres falecidos. Do outro lado, armas de treinamento (feitas de madeira e borracha) substituem as letais armas
de verdade.
No caminho em busca do aperfeiçoamento físico e psicológico estão técnicas de lutas, meditação, métodos
de concentração e manuseio de armas. Ao todo, são 18 artes diferentes. Entre elas, as regras para caminhar
silenciosamente, hipnose e mentalização, arte dos disfarces e exploração dos medos do adversário.
Para as mulheres, o treino pesado não é obstáculo. A estudante de Artes Plásticas Cristina Alves, 19 anos,
quase desistiu da luta no primeiro dia. Hoje, dois meses depois, acostumou com o ritmo puxado e adora. ‘‘Eu
achava que o treino era muito pesado e rígido. Já na segunda aula vi que não era assim. Nós aprendemos toda uma
arte milenar e não só a técnica para lutar’’, explica.
Iniciante no tengu-dojo, Cristina começou interessada principalmente em aprender uma forma de defesa
pessoal. Aprender a se defender, aliás, é uma das principais lições do ninjutsu. Não que os praticantes andem
enfrentando bandidos por aí. Eles garantem que isso não acontece ‘‘O mestre nos aconselha a nunca reagir em
caso de assaltos ou coisas do tipo. Aprendemos a não colocar em risco a nossa vida. Mas o tengu-dojo nos ensina
a evitar confusões. A ver um grupo suspeito e sair de perto, a ficar mais atentos e saber se livrar das situações’’,
afirma Rodrigo Lima, 16 anos, faixa azul (a terceira da hierarquia). O estudante começou cedo na luta. Por um
motivo simples, é irmão de Rogério e Rômulo, os mestres da arte em Brasília.
Com tantas técnicas diferentes, não seria um treinamento no tatame, dentro da academia, que empolgaria
os alunos. As aulas mais esperadas são ao ar livre. Seja no Parque da Cidade, na Água Mineral ou na fazenda.
Nesses lugares, são praticadas as estratégias de guerra. Os alunos são divididos em duas turmas, com missões
diferentes.