sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
O NIJUTSU È ASSIMA DE TUDO ALTO CONHECIMENTO
Ninjutsu
Ninjutsu
CONHEecida como Ninjutsu, esta nobre arte milenar é a mais completa e complexa de todas, pelo propósito de resistência e defesa pessoal para o qual foi criada, pois possui técnicas específicas para todos os tipos de situações o que a torna extremamente versátil e eficaz. Ao contrário do que muitas pessoas ignorantes e mal-informadas dizem, o Ninjutsu não foi criado por um bando de assassinos e sim por pessoas comuns (basicamente camponeses e monges) que não aceitavam o regime político (feudal) da época do shogunato no Japão imposto através dos samurais. No entanto, pelo fato dos ninjas terem criado muitas técnicas extremamente eficazes de camuflagem, espionagem e homicídios de forma discreta e silenciosa, muitos deles eram contratados pelos Daimyo (senhores feudais) para matar ou espionar os seus inimigos. A identidade de um ninja nunca era revelada, caso isso acontecesse, ele era aconselhado a realizar um ritual chamado Harakiri para se matar, pois, seria caçado até a morte.
Ainda hoje, os ninjas se colocam no anonimato sempre procurando preservar a sua imagem e nunca se expor demais. Não existe no conceito do praticante que segue o verdadeiro código do Ninpo coisas do tipo: andar fantasiado totalmente de ninja com uma espada e capuz em vias públicas, perambulando e fazendo uma propaganda de um ser exótico e que apenas quer ser notado a qualquer custo mesmo que esse ato o exponha à visão mais constrangedora da cidade. Afinal de contas, um ninja não é um maluco...
As escolas possuem diferentes preferências e peculiaridades em relação aos estudos de técnicas e artes, por isso, cada uma se especializa mais em uma arte do que em outra. A nossa escola enfatiza o estudo tradicional do Ninjutsu como o refinamento espiritual, estudo da filosofia, personalidade e caráter e em seguida o desenvolvimento das técnicas de acordo com o grau e merecimento de cada praticante.
O Ninjutsu prega em sua filosofia a realidade, a igualdade de todos perante as leis do universo e da vida, e ensina o poder e a força que cada um tem dentro de si.
É essencial que as pessoas, que buscam o verdadeiro caminho do Ninpo, entendam que ninguém pratica Ninjutsu para viver brigando por motivos fúteis, ou mesmo se sentir afetados por palavras ofensivas e de baixo calão, é determinante que o praticante seja superior, é fundamental que não havendo uma outra alternativa, que não seja usar seu conhecimento, em ultimo caso, somente nesta situação, é que colocamos em prática a nossa energia suprema no domínio das técnicas aplicadas e fazemos a diferença.
Vale salientar que os interessados em adquirir conhecimentos do Takegawa Ryu Ninjutsu deverão estar preparados para se moldarem conforme as regras de conduta deste Clã.
O Takegawa Ryu não cria somente grandes lutadores, mas sim, grandes guerreiros que buscam sempre tornar o mundo um lugar melhor para se viver. Takegawa Ryu Ninjutsu posui:
Kobadera (a arte da invisibilidade, truques mágicos e ilusionismo), Kaiakojutsu (cortina de fumaça), Tenchi Myo (trabalho psico-energético), relaxamento e condicionamento físico e mental, auto-controle, hipnose, meditação direcionada ao condicionamento dos órgãos internos para proporcionar ao praticante uma vida longa e saudável, desenvolvimento dos seis sentidos (o sexto sentido é o caminho da percepção mental, a intuição), integração do corpo e mente para desenvolver o crescimento do homem, estudo de uma alimentação saudável, do-in (acu-pressão, digito-pressão), Zen-Shiatsu, luta desarmada e armada (envolvendo o manejo da espada, bastão, lança, armas com corrente e outras mais exóticas), uso de objetos convencionais que podem ser utilizados como arma (como exemplo a caneta, cadarço, cinto, garrafa, cigarro, banco, celular, qualquer objeto usado no cotidiano), fisiologia (estudo minucioso dos pontos vitais que podem levar o adversário a dores insuportáveis ou até mesmo ao óbito), primeiros socorros, técnicas especiais de fuga, treinamento de flexibilidade das juntas (o que facilita fugas de amarras), técnica com corda “sageu”, técnicas de amarra, arte da espionagem, métodos de caminhar silenciosamente, escalada de obstáculos, alpinismo, rapel, técnicas de sobrevivência e luta dentro d’água, treinamento de sobrevivência na mata (Gotonp), táticas de combate noturno (via urbana e florestas), táticas de lutas urbanas (Gotai), estudos minuciosos de técnicas de combate mortal, ofidismo, estudo dos cinco elementos do Go Dai, envenenamentos e remédios (ervas medicinais), a arte dos disfarces (que envolvia também técnicas de dramatização, o que possibilitava o ninja se passar por outras pessoas), armadilha, conhecimentos básicos de direito civil e penal (é de extrema importância que todos os praticantes de Ninjutsu tenham conhecimentos da nossa Constituição Brasileira, direitos e deveres). Cumpra seus deveres para depois poder reclamar seus direitos.
CONHEecida como Ninjutsu, esta nobre arte milenar é a mais completa e complexa de todas, pelo propósito de resistência e defesa pessoal para o qual foi criada, pois possui técnicas específicas para todos os tipos de situações o que a torna extremamente versátil e eficaz. Ao contrário do que muitas pessoas ignorantes e mal-informadas dizem, o Ninjutsu não foi criado por um bando de assassinos e sim por pessoas comuns (basicamente camponeses e monges) que não aceitavam o regime político (feudal) da época do shogunato no Japão imposto através dos samurais. No entanto, pelo fato dos ninjas terem criado muitas técnicas extremamente eficazes de camuflagem, espionagem e homicídios de forma discreta e silenciosa, muitos deles eram contratados pelos Daimyo (senhores feudais) para matar ou espionar os seus inimigos. A identidade de um ninja nunca era revelada, caso isso acontecesse, ele era aconselhado a realizar um ritual chamado Harakiri para se matar, pois, seria caçado até a morte.
Ainda hoje, os ninjas se colocam no anonimato sempre procurando preservar a sua imagem e nunca se expor demais. Não existe no conceito do praticante que segue o verdadeiro código do Ninpo coisas do tipo: andar fantasiado totalmente de ninja com uma espada e capuz em vias públicas, perambulando e fazendo uma propaganda de um ser exótico e que apenas quer ser notado a qualquer custo mesmo que esse ato o exponha à visão mais constrangedora da cidade. Afinal de contas, um ninja não é um maluco...
As escolas possuem diferentes preferências e peculiaridades em relação aos estudos de técnicas e artes, por isso, cada uma se especializa mais em uma arte do que em outra. A nossa escola enfatiza o estudo tradicional do Ninjutsu como o refinamento espiritual, estudo da filosofia, personalidade e caráter e em seguida o desenvolvimento das técnicas de acordo com o grau e merecimento de cada praticante.
O Ninjutsu prega em sua filosofia a realidade, a igualdade de todos perante as leis do universo e da vida, e ensina o poder e a força que cada um tem dentro de si.
É essencial que as pessoas, que buscam o verdadeiro caminho do Ninpo, entendam que ninguém pratica Ninjutsu para viver brigando por motivos fúteis, ou mesmo se sentir afetados por palavras ofensivas e de baixo calão, é determinante que o praticante seja superior, é fundamental que não havendo uma outra alternativa, que não seja usar seu conhecimento, em ultimo caso, somente nesta situação, é que colocamos em prática a nossa energia suprema no domínio das técnicas aplicadas e fazemos a diferença.
Vale salientar que os interessados em adquirir conhecimentos do Takegawa Ryu Ninjutsu deverão estar preparados para se moldarem conforme as regras de conduta deste Clã.
O Takegawa Ryu não cria somente grandes lutadores, mas sim, grandes guerreiros que buscam sempre tornar o mundo um lugar melhor para se viver. Takegawa Ryu Ninjutsu posui:
Kobadera (a arte da invisibilidade, truques mágicos e ilusionismo), Kaiakojutsu (cortina de fumaça), Tenchi Myo (trabalho psico-energético), relaxamento e condicionamento físico e mental, auto-controle, hipnose, meditação direcionada ao condicionamento dos órgãos internos para proporcionar ao praticante uma vida longa e saudável, desenvolvimento dos seis sentidos (o sexto sentido é o caminho da percepção mental, a intuição), integração do corpo e mente para desenvolver o crescimento do homem, estudo de uma alimentação saudável, do-in (acu-pressão, digito-pressão), Zen-Shiatsu, luta desarmada e armada (envolvendo o manejo da espada, bastão, lança, armas com corrente e outras mais exóticas), uso de objetos convencionais que podem ser utilizados como arma (como exemplo a caneta, cadarço, cinto, garrafa, cigarro, banco, celular, qualquer objeto usado no cotidiano), fisiologia (estudo minucioso dos pontos vitais que podem levar o adversário a dores insuportáveis ou até mesmo ao óbito), primeiros socorros, técnicas especiais de fuga, treinamento de flexibilidade das juntas (o que facilita fugas de amarras), técnica com corda “sageu”, técnicas de amarra, arte da espionagem, métodos de caminhar silenciosamente, escalada de obstáculos, alpinismo, rapel, técnicas de sobrevivência e luta dentro d’água, treinamento de sobrevivência na mata (Gotonp), táticas de combate noturno (via urbana e florestas), táticas de lutas urbanas (Gotai), estudos minuciosos de técnicas de combate mortal, ofidismo, estudo dos cinco elementos do Go Dai, envenenamentos e remédios (ervas medicinais), a arte dos disfarces (que envolvia também técnicas de dramatização, o que possibilitava o ninja se passar por outras pessoas), armadilha, conhecimentos básicos de direito civil e penal (é de extrema importância que todos os praticantes de Ninjutsu tenham conhecimentos da nossa Constituição Brasileira, direitos e deveres). Cumpra seus deveres para depois poder reclamar seus direitos.
Ninjutsu (忍術),
Ninjutsu (忍術),
O Ninjutsu (忍術), também conhecido pelo termo Ninpō (忍法), é uma arte marcial japonesa que surgiu a partir da necessidade do emprego de espiões (Ninja)
durante o período medieval japonês (século VI). Consistia num conjunto
de técnicas que capacitavam os agentes a agir em todas as situações num
campo de batalha.
Índice[esconder] |
[editar] História do Ninjutsu
O Ninjutsu remonta há mais de 900 anos, em um contexto histórico em que os Samurais, classe de guerreiros,
dominavam o Japão . Eles controlavam a terra e seus moradores, numa
espécie de feudalismo oriental. O lorde (chefe de um grupo de samurais)
era o Daimyo, a única pessoa a quem os samurais deviam respeito e obediência.
O ninjutsu nasceu no Japão feudal, quando monges Tibetanos se
espalharam por vários países na Ásia, um deles a China, onde os monges,
no fim da dinastia Ming início da dinastia Chin (Manchú, por conta da
invasão Manchú) dedicaram-se ao terrorismo, espionagem e resistência.
Durante a dinastia Chin os templos foram destruídos e os monges se
refugiaram em outros países, um deles o japão, onde a Arte Marcial que
praticavam deu origem a varias outras artes, o ninjutsu foi uma destas,
monges residentes nas montanhas das regiões de Iga e Koga tiveram
contatos com Ronins que lá constituíram família.
Da mistura do Kempo Chinês e das Artes Samurais, nasceu o que hoje conhece como Ninja, que seguiam um código de conduta diferente dos Samurais.
Com o passar dos anos os ninjas passaram a trabalhar como mercenários
e posteriormente o governo japonês passou a usa-los como espiões e
assim foi até a 2ª Guerra Mundial.
A explosão de artes marciais no ocidente, por volta de 1970, levou
dois homens a procurar por algo diferente: Doron Navon e Stephen Hayes
contrataram um mestre de Ninjutsu oriundo do Japão, de uma linhagem
centenária de instrutores. Dessa forma a arte foi trazida para o
Ocidente.
[editar] Armas para a prática do Ninjutsu
A rigor, toda e qualquer arma pode ser utilizada na prática do
ninjutsu - inclusive objetos comuns como um guarda-chuva, um lenço, uma
chave de fenda, etc. O que importa ao praticante é a capacidade de
vencer o oponente em uma luta, independente de modo justo ou injusto.
Apesar desta característica, algumas armas foram associadas à figura do ninja,
sejam por motivos históricos, seja pelo ideário envolvendo esses
personagens. E elas anteriormente eram ferramentas usadas no plantio que
evoluíram; Segundo historiadores os camponeses precisavam se defender
dos samurais que vinham cobrar impostos, surpreendendo-os de alguma forma. Algumas delas são:
- Ninja-to: (Pronuncia-se tô) espada pequena e reta.
- Tanto: Faca japonesa.
- Wakizashi: espada curva, similar à katana, porém menor.
- Boken: Espada de madeira para treinos.
- Kama: uma pequena foice, inicialmente uma ferramenta utilizada para a colheita de cereais. Passou a ser usada como arma pois podia ser carregada por qualquer pessoa, sem despertar suspeitas, já que seu uso por agricultores era comum.
- Kodachi: espada pequena semelhante á wakizachi, mas sem guarda, cabo um pouco maior e mais curva
- Kusarigama: uma Kama cujo cabo era acoplado a uma corrente, em cuja extremidade havia um peso de metal, usado para desarmar o oponente sem matá-lo.
- Kyoketsu Shoge: Similar a kusarigama, corrente e arco metálico.
- Shuriken: Estrela de arremesso
- Shaken: Dardo de arremesso.
- Bo: Bastão longo (1,8 metros).
- Hanbo: Bastão curto (0,90 metro).
- Tanbo: Dois bastões de madeira pequeno, para ataque e defesa.
- Te yari: Lança pequena com gancho.
- Yari: Lança com aproximadamente 2 metros.
- Naginata: Bastão com facão (Alabarda).
- Kama yari: Bastão longo com foice.
- Yumi ya - Kyudo: Arco e flecha (Arte de arremessar).
- Fukiya: Zarabatana
- Sai: Tridente (Utilizado para lutar contra espada).
- Tonfa:Arma de madeira usada por agricultores para defesa.
- Fukumi Bari: Pequenas agulhas de arremesso, sopradas com a boca.
- Shikomi Zue: Cajado de madeira com espada camuflada.
- Shinobi Zue: Bastão com corrente camuflada.
- Tessen: Leque metálico (utilizado por mulheres)
- Tetsubishi: Cravo em forma de piramide, utilizado em perseguição.
- Kaginawa: Corda com gancho em cruz, utilizado para escalar casas e muros.
- Musubinawa: Corda com um único gancho, utilizada para escalar.
- Shinobi Kumade: Corda utilizada para escalar, utilizando-se um gancho em formato de garra.
- Kemuridama: Bomba de fumaça negra, explosiva ou cegante.
- Kunai: Era um tipo de shuriken, uma lâmina de ferro usada para arremessar e as vezes escalar.
- Nunchaku: Dois bastões ligados por corrente/corda.
- Kusari-fundo: Corrente com dois pesos nas extremidades
[editar] As 18 Disciplinas Ninja (Ninja Jūhakkei)
- Taijutsu (Combate Desarmado)[1]
- Kenjutsu (Arte da Espada)[2]
- Shurikenjutsu (Lançamento de Shurikens)[3]
- Sōjutsu (Arte da Lança)
- Bōjutsu (Arte do Bastão Longo)
- Naginatajutsu (Luta com a Naginata)
- Kusarigamajutsu (Luta com Foice com Corrente)
- Kayakujutsu (Arte dos Explosivos e Pirotecnia)
- Hensōjutsu (Arte dos Disfarces e Camuflagem)
- Shinobi Iri (Métodos de caminhar silencioso)
- Bajutsu (Equitação)
- Sui-ren (Treino Aquático)
- Bōryaku (Estratégia Militar)
- Chōhō (Espionagem)
- Intonjutsu (Arte da Evasão)
- Tenmon (Meteorologia)
- Chi-mon (Geografia)
- Seishinteki Kyōyō (Refinamento Espiritual)
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Através dessa e nesta colina eu enfrentarei
todos os meus dragões, ressurgindo o guerreiro e a força que residem em
mim... Um devaneio lúdico e mítico desse universo tão fantástico e
sedutor.
A Sociedade Secreta do Dragão Negro

Principalmente
nos filmes hollywoodianos de ação da década de 80, sobretudo aqueles
cujo enfoque girava em torno dos combates e das lutas marciais, a Sociedade do Dragão Negro sempre
era citada como ponto de referência. No entanto, essa sociedade secreta
não é uma lenda ou uma mera criação fictícea para o cinema.

Assim, como a milenar dotrina ninja, baseada no código de conduta e honra dos samurais, e a prática das artes marciais, também se cogita que essa sociedade secreta também seja bastante antiga, sendo fundada em 1901 por Ryohei Uchida, e ainda atuante nos dias atuais (embora, algumas vertentes mencionem que a sociedade manteu-se atuante até o final da II Guerra Mundial), sendo uma fraternidade mundial dos guerreiros ninjas e mestres de diferentes estilos marcionais, tais como: Karatê, Kung Fu, Tai-Chi, Aikidô, Ninjitsu e outras modalidades de defesa pessoal, como também o Jiu-Jitsu.
A
sua notoriedade é próspera na região do sol nascente, na cultura
asiática e oriental, embora seja um grupo utranacionalista japonês,
sendo propagado além dos territórios japoneses. Não se trata apenas de
técnicas de combate e defesa pessoal, mas, uma filosofia de vida,
sobretudo para aqueles integrantes que a levam a sério e participam
ativamente desta sociedade. Cogita-se também que tal sociedade era uma
escola de treinamento de espionagem.
O seu principal representante da atualidade foi Ashida Kim, mestre faixa-preta nos ensinamentos do "Ninjitsu Dragão Negro" para os guerreiros nobres e escolhidos.

Assim, como a milenar dotrina ninja, baseada no código de conduta e honra dos samurais, e a prática das artes marciais, também se cogita que essa sociedade secreta também seja bastante antiga, sendo fundada em 1901 por Ryohei Uchida, e ainda atuante nos dias atuais (embora, algumas vertentes mencionem que a sociedade manteu-se atuante até o final da II Guerra Mundial), sendo uma fraternidade mundial dos guerreiros ninjas e mestres de diferentes estilos marcionais, tais como: Karatê, Kung Fu, Tai-Chi, Aikidô, Ninjitsu e outras modalidades de defesa pessoal, como também o Jiu-Jitsu.
A
sua notoriedade é próspera na região do sol nascente, na cultura
asiática e oriental, embora seja um grupo utranacionalista japonês,
sendo propagado além dos territórios japoneses. Não se trata apenas de
técnicas de combate e defesa pessoal, mas, uma filosofia de vida,
sobretudo para aqueles integrantes que a levam a sério e participam
ativamente desta sociedade. Cogita-se também que tal sociedade era uma
escola de treinamento de espionagem.O seu principal representante da atualidade foi Ashida Kim, mestre faixa-preta nos ensinamentos do "Ninjitsu Dragão Negro" para os guerreiros nobres e escolhidos.
"Uma pessoa não pode aprender a ser um Ninja...
Ela deve nascer Ninja, e descobrir que está trilhando o Caminho!"
HISTÓRIA DO NA INJUTSU
Oda
Nobunaga antipatizava com a figura do guerreiro shinobi muito antes de
ter sofrido o atentado particado por Goemon. A figura do ninja era e
ainda é mistificada em todo o japão. Atribuíam-lhes todos os poderes
místicos imagináveis.
Não
satisfeito com o massacre, oito anos depois, junto com seu filho
Katsuyori, reuniu 46.000 homens para investir contra os ninjas de uma
vez por todas. Arrasaram a província de Koga, aonde poucos foram os
sobreviventes, obrigados a abandonar seus lares e peregrinar pelo japão
incognitamente. Após a vitória em Koga, este exército investiu contra a
província de Iga, arrasando-a na batalha de Tensho Iga no Ran.
Com
a morte de Nobunaga, coube ao seu general Hideyoshi Toyotomi a tarefa
de unificar o país. Iniciou campanhas militares que colocaram as
províncias de Shikoku, Kyushu, Kanto e o norte de Honshu sob controle.
Hanzo Hattori morreu em uma batalha naval, em 4 de Dezembro de 1596, quando comandava uma frota que lutava contra os Ninja de Fuma Ryu em Kanagawa. Após
a sua morte, muitos de seus descendentes adotaram o nome de Hanzo
Hattori. Por este motivo acredita-se que diversos feitos da lenda
Hattori Hanzo, entre eles a autoria do Ninpiden (texto
clássico do ninjutsu), tenham sido na verdade desempenhados pelos
sucessores e erroneamente transmitidos entre as gerações como de Hattori
Hanzo Masashige.
Com
a morte de Hideyoshi em 1598 e tendo seu filho Hideyori apenas cinco
anos, iniciou-se um conflito político entre os daimyo para escolher
aquele que seria o tutor do sucessor do shogun. Ieyasu aumentou
gradativamente sua influência perante os outros senhores feudais, mas
obviamente teve opositores. A crise se agravou, o que veio a resultar na
batalha de Sekigahara, no ano de 1600,entre os exércitos de Ishida
Mitsunari e Ieyasu Tokugawa, a maior batalha já ocorrida no japão até
aquela época.
Este texto tem várias fontes ainda colocarei as fontes.
O NINJUTSU DA VIDA REAL
A arte dos ninjas é denominada Ninjutsu. O Ninjutsu é talvez a mais
complexa e completa de todas as artes marciais, pois possui vários ramos
e técnicas específicas para determinadas situações, o que o torna muito
difícil de se definir. São 9 as tradicionais escolas do Ninjutsu. Cada
escola tem as suas peculiaridades e preferências por determinados
estudos. Entre as inúmeras técnicas do Ninjutsu, estão: a arte da
invisibilidade, luta desarmada e armada (envolvendo o manejo de espada,
bastão, lança, armas com corrente e outras mais exóticas), pressão de
pontos vitais (o que podia levar o adversário a dores insuportáveis ou
até mesmo à morte), técnicas especiais de fuga, métodos de caminhar
silenciosamente, escalada de obstáculos, luta dentro d'água,
envenenamento, hipnose, treinamento de flexibilidade das juntas (o que
facilitava fugas de amarras) e, finalmente, a arte dos disfarces, que
envolvia também técnicas de dramatização, o que possibilitava o ninja se
passar por outras pessoas. O universo ninja ainda é tema constante na
indústria do entretenimento japonês, sendo explorado nos games, mangás e
desenhos animados. Com certeza o que mais fascina o ocidental nesses
formidáveis guerreiros é o mistério que os cerca.
Entre os muitos
mitos e mistérios que envolvem o ser Ninja, uma das lendas que ficou
marcado em sua história, seria sua comparação com os Tengu. Seriam
esses, seres alados de capacidade ímpar, meio homem meio pássaros
“Demônios” da mitologia popular japonesa, pessoas ardilosas que viviam
nas montanhas, sendo encrenqueiras, barulhentas e enganadoras. Possuiam
atividades noturnas, ocultos em bosques e florestas, eram exímios
lutadores e mestres na arte da espada, da ocultação e do
desaparecimento. Muitos japoneses movidos pela fantasia, associavam suas
lendas aos Ninja, devido aos seus feitos e proezas.
A
primeira aparição ninja remonta os finais do século 6, quando a
imperatriz Suiko e o príncipe Shotoku os utilizavam como espiões contra
um usurpador do trono chamado Morya. Homens como Mijinki no Mikoto,
Otomo no Saijin e Eno Ozano foram os primeiros que puderam ser chamados
de Shinobi (pessoas ocultas, invisíveis). O mais conhecido desses
Shinobi foi Otomo Komado. Passou o tempo e as famílias ninjas
continuaram a crescer e manter seu domínio nas regiões de Koga e Iga.
Os
precursores dos ninja também foram pessoas que levaram uma vida
mística, eremitas apartados da nascente sociedade feudal japonesa.
No
início da era Heian, as escolas budistas que mais conquistaram adeptos
foram as seitas Tendai e Shingon, lideradas pelos monges Saicho
(767-822) e Kukai (744-835). Naquele tempo o budismo era crença
reservada à nobreza, sendo pouco cultuado pelo restante do povo. O
sincretismo entre a doutrina budista e a crença shintoísta acabou
levando a construção de um templo budista no pátio de um templo shinto e
à cultuação de uma divindade regional como protetora deste templo
budista. Criou-se também a crença de que diversos deuses seriam a
reencarnação do Buda Sakyamunni, que vinha a este mundo sob diversas
formas para salvar os homens. O monge Saicho teve sua iniciação
religiosa atraído pela doutrina da seita tendai, fundada pelo grande
mestre chinês Chigi, levada para o japão pelo monge Ganjin. Saicho
aproximou-se do imperador Kanmu e conseguiu, em 804, integrar a missão
Tang, na china como missionário oficial, com direito a intérprete e a
todas as mordomias de um representante oficial do país. O monge Kukai
também conseguiu viajar à china junto com essa missão, mas na qualidade
de simples bolsista particular.
Durante
oito meses nos quais permaneceu na china, Saicho reuniu sutras da seita
tendai, peças de artes budistas e estudou o seu esoterismo. Quando
voltou ao japão, se dedicou de corpo e alma ao fortalecimento da seita
tendai no arquipélago japonês.
O
monge Kukai permaneceu na china por três anos, visitando vários templos
e encontrando-se com o famoso e conceituado monge Keika Ajai, discípulo
do lendário Bodhidarma, no templo Seiryu, em Changan, do qual também
aprendeu sânscrito antes de voltar ao japão, trazendo consigo vários
conhecimentos adquiridos, diversas obras budistas como quadros, objetos
sagrados e mandalas. A morte do imperador Kanmu acabou com o prestígio
que o monge Saicho tinha junto à nobreza, porque o imperador Saga,
sucessor de Kanmu, demonstrou maior simpatia pelo monge Kukai, que se
consolidou como autoridade máxima do budismo esotérico. Em Kyoto, Saicho
começou a transmitir os ensinamentos da seita tendai instalando-se no
monte Hiei, e Kukai fundou no monte Koya a base do budismo esotérico da
seita Shingon.
Os
monges ascetas chamados Yamabushi ou Shugenja também contribuíram para o
nascimento do ninjutsu. Considerados como monges guerreiros, eles
praticam uma rígida disciplina físico-mental-espiritual chamada Shugyo.
Os Yamabushi, ao contrário de outros monges budistas, não praticavam o
celibato nem raspavam suas cabeças. Alguns possuíam até mais de uma
esposa e conservavam seus cabelos bem longos.
Não
se sabe ao certo quando os ninjas tiveram acesso aos místicos
Yamabushi, ou membros das seitas tendai e shingon, mas as influências
destas seitas são claras em muitos estilos e escolas de ninjutsu, até
hoje.
As
regiões de Iga e Koga foram o berço de nascimento do ninjutsu devido a
uma variedade de circunstâncias. Mas não foram, em absoluto no japão,
locais exclusivos de atividades ninja.
Os
grupos ninja tinham várias configurações. Desde pequenos grupos
errantes, compostos por 4 homens comandados por um Chunin, com pouca ou
nenhuma estrutura, até enormes exércitos comandados por um Jonin ou Sho
(general). As mulheres ninja tinham uma nomenclatura própria, sendo
chamadas Kunoichi.
Em
Koga, no ano 939 Mochizuki Saburo Kaneie lutou ao lado do imperador
durante as primeiras revoltas da família Taira ( Taira no Masakado). Por
várias vitórias, Mochizuki foi feito governador da região de Shiga.
Modou então seu nome para Koga Omi no Kami Kaneie. Mais tarde seu filho,
Omi no Kami Iechika, que morava em uma região de Koga chamada Otaki no
Sho Tatsumaki aprendeu com Tatsumaki Hossi a arte do Gen jutsu
(bruxaria) e do ninjutsu. Assim, foi considerado como o fundador do
ninjutsu de Koga.
Em
1049 (século 11), um líder militar chinês de nome Ikai se refugiou em
Iga. Seus conhecimentos marciais influenciaram 3 principais guerreiros
da região, de nome Fujiwara no Chikado (também conhecido como Gamon
Doshi), Garyu Doshi e Iga Hattori Heinai Hyoe Yasukiyo. Foi Yasukiyo que
ficou conhecido como principal fundador do Ninjutsu de Iga, o que deve
ter ocorrido entre os anos de 1096 a 1099.
Fujiwara
no Chikado levantou-se contra o imperador, entre os anos de 1060 e
1069, numa revolta que contou com a participação de 4 guerreiros
especiais. Isolando-se em uma fortaleza no monte Takao, na vila de
Taneo, Fujiwara no Chikado desferia ataques às forças imperiais com a
ajuda dos ninja Fuki (demônio do vento), Suiki (demônio da água), Kinki
(demônio dourado) e Ongyoki (demônio oculto).
Cada
um deles era especialista em uma técnica em particular, sendo que Fuki
era mestre em Katon no jutsu (uso de fogo como arma), Suiki construía
diques em locais estratégicos e rompia-os para afogar os exércitos
inimigos com esta técnica Suiton Jutsu, Kinki usava o reflexo de pratos
de metal para cegar o inimigo, uma técnica chamada Kinton no Jutsu e
Ongyoki era mestre em desaparecer!!!!
Quando
deixaram de ajudar as forças de Chikado, o comandante Ki no Toomo o
venceu, destruindo seus exércitos. Mais para frente mencionarei outros
acontecimentos envolvendo ninjas e alguns em pleno século 20.
No
final do período Heian (1185) chega ao ápice o poder feudal dos
Samurais, que passaram a empregar elementos de certas famílias ninjas em
em seu favor, logo, criou-se o conceito de que o ninja ocupava-se de
serviços de proteção e espionagem. Nasce a era de ouro do ninjutsu, com
grande desenvolvimento no período Kamakura (1192-1333) e posteriormente
durante o Sengoku Jidai, o período das guerras civis (1467-1591).
Apesar
de historiadores alegarem que em Iga existiam entre 38, 45 ou 66
famílias de tradição ninja, três eram as principais: os Hattori, os que
dominavam o centro da província, os Momochi que governavam o sul e os
Fujibayashi, que dominavam a parte norte, quase na fronteira com a
província de Koga. Todas se diziam descendentes de Otomo no Saijin, um
dos primeiros a serem chamados shinobi pelo príncipe Shotoku (no século
6).
Os
Hattori tiveram uma história próspera, sempre gravitando ao redor dos
principais líderes do japão e envolvendo-se em grandes batalhas. Um de
seus patriarcas, Iga Hattori Saemon Ienaga autorizou seus três filhos a
fundarem próprios ramos de sua família. Seu filho mais velho Hattori
Heitaro Koreyuki recebeu o direito de usar o nome de família Kami
Hattori. O filho do meio Hattori Heijiro Yasuyori fundou a família Naka
hattori e o filho mais novo Hattori Heijiro Yasunori fundou a família de
nome Shimo Hattori.
A
família Momochi obteve sua fama por suas vitórias na rebelião de Tensho
(1578/1581). Um de seus mais famosos membros foi Momochi Sandayu.
Sandayu era Soke de três estilos de ninjutsu. Sua casa principal em 1570
ficava em Ryugu Sanbonmatsu. Para confundir seus inimigos, ele possuía
três identidades diferentes, com três casas, três mulheres e três
famílias, que não tinham o menor conhecimento sobre sua identidade
verdadeira. Quando a situação não ia bem em uma região, ele rapidamente
se mudava, assumindo assim outra identidade. Um de seus mais conhecidos
seguidores foi o ninja de nome Goemon Ishikawa, que teve um final
trágico ao ser capturado e fervido em óleo.
O
mais famoso membro da família Fujibayashi foi Fujibayashi Nagato no
Kami. Alguns historiadores acreditam que Nagato Fujibayashi e Sandayu
Momochi eram a mesma pessoa. O fato das atividades de Nagato começarem a
ganhar notoriedade depois do desaparecimento de Sandayu reforçam esta
idéia.
Outro
membro famoso da família Fujibayashi foi Yasutake Fujibayashi, que
escreveu um tratado de 22 volumes sobre ninjutsu denominado
Bansenshukai, em 1676.
No
ano 12 da era Tembun (1543), por volta do mês de setembro, chegou ao
japão, ancorado no porto de Tanegashima, uma nau estrangeira
(provavelmente um junco chinês), tendo a bordo três mercadores
portugueses que traziam em seu poder um pequeno lote de mosquetes.
Durante
a vistoria de rotina, o senhor de Tanegashima, o Daymio Tokitaka
Tanegashima, deparou-se com as desconhecidas armas e após uma
demonstração de seu poder de fogo pelos portugueses, que abateram uma
ave em pleno vôo, encantou-se o lorde japonês por tão intrigante arma.
Adquiriu-a pela soma de 1.000 ryou, (uma quantia exorbitante para a
época).
Ordenou
então que seus artesãos cuteleiros a duplicassem. Entre estes artesãos
estava o grande mestre espadeiro Kyosada Yaita. Dessa maneira, as armas
de fogo foram introduzidas no japão. O mosquete foi chamado de
Tanegashima pelos japoneses e era uma arma grande e pesada, com cerca de
1,40m de comprimento e 5,5kg peso. Em calibre .70, sua ignição dava-se
por uma faísca que detonava uma carga de pólvora situada no ouvido de
detonação. Para carregar e disparar a arma era necessário que se socasse
com uma vareta a pólvora dentro do cano, colocando uma bala de chumbo e
isolando-a com uma bucha de pano.
As
táticas de guerra se modificaram. No princípio houve uma certa
relutância por parte dos samurais quanto a sua utilização, por estarem
vinculados ao Bushido, o código do guerreiro, que os impedia de usar tal
recurso. Mas com o tempo, tropas inteiras foram armadas com mosquetes,
tendo papel decisivo em batalhas.
Os
ninjas adotaram a nova arma quase que imediatamente, incluindo-a em seu
extenso arsenal. O Ikusa Shinobi era o ninja que combatia no campo de
batalha. Muitos grupos de combate ninja (Shinobi Butai), tinham seus
próprios esquadrões de mosqueteiros, que em casos especiais os
utilizavam para eliminar seus inimigos à distância.
Independentemente do uso de armas de fogo, os ninja foram empregados nessa época em importantes batalhas.
No
ano de 1558, ninjas foram usados por Rokaku Yoshikata em sua campanha
contra o Daimyo Dodo que havia se refugiado no castelo de Sawayama. Como
o cerco ao castelo já durava muitos dias, sem possibilidade de vitória,
Yoshikata resolveu empregar o ninja de Iga Tateoka Doshun. Seu
esquadrão era composto de 48 homens, sendo 44 da povíncia de Iga e 4 de
Koga. Eles se propuseram a utilizar a técnica denominada Bakemono Jutsu
(técnica fantasma), e furtando lanternas e bandeiras com o símbolo das
tropas de Dodo, disfarçaram-se e postaram-se frente ao castelo,
atravessando e adentrando no mesmo como se pertencessem a estas tropas.
Uma vez dentro do castelo, atearam-lhe fogo e abriram os portões,
permitindo a entrada das tropas de Rokaku Yoshikata.
Da
mesma forma como utilizou ninjas em seu favor, Yoshikata também teve
que lutar contra eles. Em 1561 Kizawa Nagamasa tentava retomar das mãos
de Yoshikata o castelo de Maibara, que ficava ao leste do lago Biwa.
Seus generais Imai Kenkoru e Isono Tamba no Kami recebeu a assistência
de três Genins de Iga para montar um ataque noturno, como prelúdio de um
ataque convencional.
Mas
as coisas não saíram como planejado. Por algum motivo os ninjas não
conseguiram atear fogo no tempo determinado, e o exército comandado por
Imai Kenkoru pôs-se a caminho. O líder ninja sugeriu que ele retivesse
sua tropa, mas ele insistiu em prosseguir. Acabou por dar de cara com
exército de seu camarada Isono Tamba no Kami, e ambos os exércitos
aliados acabaram se defrontando. Muitos foram mortos antes que o engano
fosse desfeito. O castelo foi incendiado e os dois exércitos uniram-se
para atacá-lo. O castelo acabou sendo capturado, mas a um custo muito
alto.
A
corte vivia dos impostos arrecadados em terras de sua propriedade e com
dinheiro fornecido pelo Shogunato Muromachi. Mas, com o total
desprestígio do shogun, este deixou de contribuir com as despesas. Por
outro lado, os samurais apossaram-se das terras pertencentes à família
imperial. Assim, a corte passou por tremendas dificuldades financeiras,
não podendo iniciar a reparação do palácio imperial danificando pelas
guerras e pelo tempo.
Durante
este longo período de decadência do shogunato de kyoto, o imperador
veio a tomar conhecimento da fama de um samurai que viria transformar a
vida de todos os ninjas. Seu nome era Oda Nobunaga, descendente da
família Taira, que serviria o conselheiro do shogun, na província de
Owari (Aichi Ken). Nobunaga era audacioso e o shogun ordenou-lhe que
restituísse ao trono imperial as terras invadidas pelos samurais
opositores. Tendo agido com pulso firme e vencido a contenda, Nobunaga
foi requisitado pelo irmão do shogun Yoshiteru Ashikaga, que havia sido
assassinado, para que o ajudasse a dominar a situação de revolta e
retomar o poder. O samurai que agora havia se tornado general dirigiu-se
a Kyoto e à frente de suas forças proclamou Ashikaga como shogun. Mas
estes não eram os reais planos deste astuto general. Apoiando o
movimento popular para a fidelidade e dedicação à corte imperial,
Nobunaga tinha o intuito de aos poucos conseguir cada vez mais apoio e
consideração perante o povo e o imperador.
Agindo
dessa forma, Nobunaga colecionava vários inimigos e foi alvo de
inúmeras tentativas de assassinato. Em 1571 Rokaku Yoshisuke que teve
sua província de Omi invadida contratou o ninja de Koga Sugitani
Zenjubo, que possuía uma habilidade incomum no uso do mosquete de cano
longo. Zenjubo esperou que Nobunaga atravessasse o Passo de Chigusa
entre as províncias de Mino e Omi e atirou duas vezes. Talvez pela
distância e pelo tipo do armamento da época, os projéteis foram
absorvidos pela armadura do general, que somente foi atirado ao chão.
Zenjubo escapou para as montanhas mas foi preso quatro anos depois,
torturado e morto. Um claro exemplo de como os ninjas desenvolveram,
muito antes dos ocidentais, o conceito de "sniper" (atirador de elite),
tão atual nas guerras modernas.
O
shogun Ashikaga confiante inicialmente em Nobunaga, mas com o
crescimento de seu prestígio, também planejou uma forma de assassiná-lo.
Este
plano incluía a contratação de um famoso ninja, muito respeitado na
época, de nome Goemon Ishikawa, discípulo de Sandayu Momochi, um dos
grandes Jonin do Iga ryu. Goemon era um dissidente de uma família de Iga
e usava seus conhecimentos em proveito próprio.
Conta
a lenda que Goemon permaneceu por dois meses somente estudando as
maneiras que poderia entrar no castelo de tão protegido general. Quando
conseguiu seu intento, Goemon livrou-se de alguns guardas pessoais de
Nobunaga e alcançou o forro do castelo. Perfurando as tátuas que o
compunham, ele vislumbrou a figura do general dormindo em sua cama.
Atravessando o buraco do teto com uma finíssima linha, ele despejou um
mortífero veneno que tinha como destino a boca do sonolento Nobunaga.
Por uma questão de destino, no momento em que a gota pingava na ponta da
linha o general virou-se em seu leito e por uma graça da sorte recebeu o
veneno em seu rosto. Despertou rapidamente ainda em tempo de ver o
sorrateiro Shinobi Goemon desesperadamente evadindo-se do castelo. Este
episódio marcou a vida de Oda Nobunaga indelevelmente.
Com
o fracasso da tentativa de assassinato de Nobunaga, o shogun Yoshiaki
Ashikaga foi expulso de Kyoto, no primeiro ano da era Tensho (1573).
Assume assim Oda Nobunaga, construindo para sí uma fortaleza em Azuchi.
Neste mesmo ano Nobunaga sofreu outra tentativa de assassinato, por um
certo Manabe Rokuro, vassalo do daimyo Hatano Hideharu. Oda havia
destruído a família Hatano e esse vassalo havia sido instruído a obter a
vingança. Ele tentou entrar silenciosamente no castelo de Azuchi e
apunhalar Nobunaga enquanto ele dormia, mas foi descoberto e capturado
por dois guardas. Ele cometeu o Seppuku e seu corpo foi colocado no
mercado da cidade, para desencorajar outros que tivessem a mesma
intenção.
Por
sua influência e amizade com os jesuítas e padres cristãos, este
castelo viria a ser conhecido por suas belezas até no ocidente, onde o
Papa teria recebido um relatório de obras. Essa união entre cristãos
desencadearia uma perseguição às seitas budistas, que culminaria com a
invasão das províncias de Koga e Iga e a consequente diáspora dos
ninjas.
Oda
Nobunaga antipatizava com a figura do guerreiro shinobi muito antes de
ter sofrido o atentado particado por Goemon. A figura do ninja era e
ainda é mistificada em todo o japão. Atribuíam-lhes todos os poderes
místicos imagináveis.
Após
a subida de Oda Nobunaga ao poder e sua aclamação como shogun, a
aliança surgida com os cristãos intensificou-se, inclusive com a criação
na capital de um bairro exclusivo para os missionários jesuítas. E com a
perseguição as seitas budistas, Nobunaga comandou um massacre em Iga e
destruição de aldeias em Koga.
A
primeira grande matança ficou conhecida como o massacre do monte Hiei,
onde o shogun dizimou mais de 10.000 pessoas. O exército do shogun era o
mais bem equipado da época, possuindo esquadrões de mosqueteiros,
armados com carabinas compradas dos portugueses.
Não
satisfeito com o massacre, oito anos depois, junto com seu filho
Katsuyori, reuniu 46.000 homens para investir contra os ninjas de uma
vez por todas. Arrasaram a província de Koga, aonde poucos foram os
sobreviventes, obrigados a abandonar seus lares e peregrinar pelo japão
incognitamente. Após a vitória em Koga, este exército investiu contra a
província de Iga, arrasando-a na batalha de Tensho Iga no Ran.
Uma
última tentativa de assassinar Nobunaga foi feita por um grupo formado
pelos ninjas Kido, Harada e Jindai. A tentativa ocorreu quando Oda
Nobunaga viajou para Iga para observar os resultados da invasão e quando
chegou num lugar chamado Ichinomya, os três ninjas dispararam canhões
de diferentes ângulos. A explosão destruiu o local onde Nobunaga e seus
seguidores estavam, entretanto, Nobunaga conseguiu sobreviver apesar de
sete de seus guardas pessoais terem morrido.
Momochi
Sandayu conseguiu escapar das tropas de Nobunaga com alguns de seus
ninjas. Fugiram para a vila Hyugu, onde Momochi escondeu-se até 10 de
junho de 1582, nessa data veio a notícia de que Oda Nobunaga havia sido
assassinado por seu próprio general Akechi Mitsuhide.
Com
a morte de Nobunaga, coube ao seu general Hideyoshi Toyotomi a tarefa
de unificar o país. Iniciou campanhas militares que colocaram as
províncias de Shikoku, Kyushu, Kanto e o norte de Honshu sob controle.
Akechi
Mitsuhide iria caçar todos os daimyo que estivessem em condição de
suceder Nobunaga, então Ieyasu Tokugawa que estava visitando a província
de Sakai, buscou auxílio ao lendário Hattori Hanzo Masahige, jonin do
Hattori Ryu de Iga para atravessar a região. Hanzo reuniu forças com os
membros do grupo de Taro Shiro Mitsuhiro, jonin do Koga Ryu para
alcançar seus objetivos, que hospedou Tokugawa até que fosse possível a
viagem.
O
ninja mais famoso da história foi, sem sombra de dúvida, Hattori Hanzo
Masahige (1541-1596). Sua família era conhecida por reger a parte
central da província de Iga. Devido à sua habilidade tremenda, aos 16
anos de idade já era conhecido como "Hanzo o fantasma", e mais tarde
como "Hanzo o demônio".
Hanzo Hattori morreu em uma batalha naval, em 4 de Dezembro de 1596, quando comandava uma frota que lutava contra os Ninja de Fuma Ryu em Kanagawa. Após
a sua morte, muitos de seus descendentes adotaram o nome de Hanzo
Hattori. Por este motivo acredita-se que diversos feitos da lenda
Hattori Hanzo, entre eles a autoria do Ninpiden (texto
clássico do ninjutsu), tenham sido na verdade desempenhados pelos
sucessores e erroneamente transmitidos entre as gerações como de Hattori
Hanzo Masashige.
Hideyoshi
continuou sua missão de vingar seu antigo mestre Nobunaga e marchou
para Kyoto, onde venceu Akechi Mitsuhide na batalha de Yamazaki. Ao
vencer o clã Hojo em 1590 ele recompensou Tokugawa dando-lhe estas
províncias.
Com
a morte de Hideyoshi em 1598 e tendo seu filho Hideyori apenas cinco
anos, iniciou-se um conflito político entre os daimyo para escolher
aquele que seria o tutor do sucessor do shogun. Ieyasu aumentou
gradativamente sua influência perante os outros senhores feudais, mas
obviamente teve opositores. A crise se agravou, o que veio a resultar na
batalha de Sekigahara, no ano de 1600,entre os exércitos de Ishida
Mitsunari e Ieyasu Tokugawa, a maior batalha já ocorrida no japão até
aquela época.
Os
ninjas de Koga auxiliaram o exército de Tokugawa na defesa do castelo
onde cerca de 100 shinobis morreram.Entre os partidários de Tokugawa,
estava Ii Naomasa que comandava os "demônios vermelhos" em combate
contra os mosqueteiros do exército de Shimazu.
Mas Naomasa foi atingido por um disparo e foi socorrido por um fiel vassalo seu, Miura Yoemon, um Jonin de estilo de Iga Ryu.
As
tropas de Ieyasu Tokugawa venceram o confronto, garantindo assim a sua
subida ao poder, institucionalizando-se o serviço dos clãs ninjas como
oficiais nos serviços de espionagem do shogun, criando então o primeiro
serviço secreto do japão feudal.
Mas
logo os ninjas voltaram à ação do campo de batalha, pois Hideyori,
agora adulto, queria vingar seu pai Hideyoshi retomando para si o título
de shogun. Refugiou-se no castelo de Osaka, e Tokugawa foi obrigado a
cercá-lo, para sufocar o levante o quanto antes. No inverno de 1614 as
forças do shogun cercaram o castelo, utilizando-se de ninjas de Iga e
Koga, sob o comando de Hattori Masanari e Yamaoka Kagetsuge. Um dos
líderes do exército samurai foi Ii Naotaka, sucessor de Ii Naomasa, dos
"demônios vermelhos" que mantinha Miura Yoemon como seu conselheiro. Em
1615, o exército e os ninjas de Tokugawa venceram as defesas do castelo
de Hideyori. O castelo foi dominado e Hideyori cometeu seppuku enquanto o
castelo queimava.
O
japão permaneceu em paz até 1638, quando um grupo de dez ninjas de Koga
foi mandado para ajudar os atacantes do castelo de Shimabara, onde
diversos camponeses e cristãos haviam iniciado uma revolta. O ninja mais
velho desse grupo tinha 60 anos e era veterano de batalhas anteriores.
A
partir de 1716, com a subida do shogun Tokugawa Yoshimune, o ninjutsu
começou ainda mais a ser utilizado institucionalmente. Yoshimune trouxe
seus próprios ninjas de Kii para que trabalhassem em Edo (atual Tokyo).
Entretanto os ninjas aos poucos entraram em decadência, não realizavam
mais missões como antigamente, as ações ninjas limitaram-se aos serviços
do shogunato e as lições aprendidas com sangue foram aos poucos
esquecidas, e muitos ninjas passaram a ensinar o ninjutsu apenas entre o
círculo familiar. Assim devido a pouca documentação dos períodos
posteriores ao fechamento dos portos aos estrangeiros a sociedade achava
que eles haviam se extinguido...
Devido
à alta tributação os agricultores levavam uma vida penosa e miserável. A
lavoura passou a decair em sua produção e a fome e a miséria assolavam o
japão. As rebeliões de camponeses começaram a surgir, contra a má
administração dos funcionários e daimyos feudais.
Foi
quando no ano de 1853 chegou ao japão a comitiva do comodoro americano
Matthern Calbaith Perry, com a prosposta de estabelecer o comércio com o
japão, na tentativa de reabrir os portos.
O
shogun usando seus espiões comandados por Sawamura Jinsaburo Yasusuke,
um ninja de Iga, ordenou que fossem sigilosamente à bordo dos navios e
descobrissem as reais intenções dos americanos. Pelo desconhecimento da
língua, os documentos retirados dos navios não tinham nenhuma
importância significativa e atualmente encontram-se expostos num museu
de Tokyo.
Os
remanescentes dos ninjas que permaneceram ligados ao exército foram
utilizados novamente durante a guerra russo-japonesa ocorrida no começo
do século 20. Em 1904, soldados especiais do exército imperial
utilizaram métodos ninjas para tomar uma fortaleza russa em Port Arthur,
na china, pondo fim aos desentendimentos russo-nipônicos. A história
silencia novamente a movimentação ninjas à partir dessa data...
O
ninjutsu como forma de espionagem pelo Estado japonês reapareceu nos
eventos ocorridos um pouco antes e durante a segunda guerra mundial.
Em
setembro de 1931, forças ninjas pertencentes ao exército imperial
japonês mandaram pelos ares a ferrovia Sul-Manchuria, na china. Foi o
início do incidente japonês com os chineses que culminou com a invasão
da Manchúria pelos japoneses imperialistas.
O
incidente atingiu maiores proporções em 1937, quando a invasão japonesa
chega às portas de Pequim. Atividade ninja nessa época era intensa.
Muitos mestres de ninjutsu participaram das campanhas na china,
normalmente como espiões ou guarda-costas de autoridades. As informações
obtidas pelos ninjas espiões versavam sobre o material bélico inimigo,
movimentação de tropas, entre outros.
A
Koga Ryu sobreviveu no meio do século 20 devido a um homem, Seiko
Fujita (1899-1966), embora ele fosse enfático ao afirmar que seus
conhecimentos de ninjutsu morreriam com ele. Ele se dizia o décimo
quarto soke da Koga Ryu, mas não existe prova alguma de que isto seja
verdade. Ele liderou várias unidades especiais durante a segunda guerra
mundial, além de ter aprofundado suas experiências na escola de
espionagem de Nakano como instrutor. Seiko treinou seu filho bastardo
com inúmeras técnicas entre elas, ele ensinou ninpo, Tanto jutsu e
Jujutsu (jiu-jitsu). Atualmente ele permanece escondido devido ao seu
envolvimento com a Yakuza. Uma história fica difícil de dizer se é
verdade ou não se ele permanecer escondido.
Quando
Seiko Fujita era criança seu irmão mais velho tomou uma surra de vários
adolescentes, foi então que Seiko pegou a espada do seu pai e foi
atrás dos agressores. Ao verem o menino com um sabre na mão e seus
olhos injetados de sangue, os adolescentes saíram correndo, muitos
adultos que foram alertados pelos gritos, tentaram conter a fúria de
Seiko, que por uma raiva incontrolável acreditou naquele momento que
todos eram seus inimigos, 11 pessoas foram seriamente feridas pelo
sabre. Após este acontecimento, Seiko foi levado para um templo budista
onde permaneceu quase um ano vivendo como um verdadeiro monge. Certa
vez, o filho de um benfeitor do templo foi chutado e jogado contra uma
cerca que estava sendo pintada ao (segundo o próprio Seiko) ter-lhe
faltado com o devido respeito, pois ao ver o tom desrespeitoso do
garoto, Seiko não teve dúvidas, partiu para a agressão. Por causa deste
outro acontecimento, Seiko teve que ir embora do templo. Há uma história
ocorrida antes da segunda guerra mundial referente à Seiko Fujita. Em
uma ocasião um Yakuza ouviu falar da reputação de um homem invencível
chamado Fujita e foi ao seu encontro. Seiko marcou este encontro num
restaurante e levou consigo um amigo jornalista, que foi quem relatou
esta história. No restaurante havia pouca carne... então Seiko pediu ao
garçom apenas saquê, uma tigela de água fervente e um pano. Um membro
da Yakuza que queria ter um "papo" com ele, ficou de olhos arregalados
com o que viu: Seiko pegou uma faca e cortou um bife da própria perna
sem manifestar um mínimo esboço de dor, mergulhou o pedaço de carne
humana na água fervente, estancou o sangue com o pano ensopado de saquê e
ofereceu a carne ao Yakuza e ao jornalista que estava sentado na mesa
com ele. O Yakuza saiu imediatamente do restaurante sem ao menos se
despedir todo atrapalhado...
Em 1941, o japão efetua o ataque à esquadra americana em Pearl Harbor e é declarada a guerra entre o japão e os estados unidos.
Durante
o início da segunda guerra mundial, alguns historiadores relatam que
Seiko Fujita teria treinado um batalhão de guerreiros ninjas de mais de
2.500 homens que efetuaram uma guerra de guerrilha nas selvas de Burma e
no Pacífico sul. As missões consistiam em obter informações sobre o
inimigo, matar o máximo de americanos e sabotar os preparativos para as
invasões. Depois de 4 anos de guerra, somente 14 homens deste batalhão
retornaram com vida. Entre estes sobreviventes estava Hiro Onoda, tendo
treinado na escola de espionagem de Nakano, permaneceu nas florestas de
Burma por mais de 30 anos. E o governo filipino havia feito inúmeras
tentativas para retirar os japoneses das florestas. Os ninjas da vida real não têm superpoderes, entretanto, alguns com anos de prática são capazes de fazer coisas medonhas.
Em
1972 o exército filipino entrou na floresta com a missão de retirar à
força os remanescentes japoneses que estavam lá desde a segunda guerra,
durante a investida, vários soldados filipinos foram mortos. Mas em 1974
todos que sobraram saíram com um pedido formal do governo japonês.
Após
a segunda guerra o ninjutsu voltou para as sombras novamente, e os
primeiros praticantes do ninjutsu a ir para o ocidente entraram na
américa através do canadá. O próprio Hiro Onoda mudou-se para o Brasil
nos anos 70, comprando uma fazenda no centro-oeste.
Então
os primeiros ocidentais receberam treinos de ninjutsu, entre eles está
Stephen K. Hayes, o primeiro ninja norte-americano. Após sua viagem ao
japão foi aceito pelo soke Masaaki Hatsumi, que é considerado o último
grande soke do japão, e é o japonês mais conceituado no mundo ninja
atualmente, herdeiro das 9 grandes escolas marciais, mas há outros como
Ashida Kim (tido como louco), que assim como Masaaki Hatsumi, escreveu
vários livros sobre ninjutsu, e durante algum tempo surgiram rumores
sobre a ocorrência de atritos entre a Bujinkan (do soke Masaaki Hatsumi)
e a sociedade do Dragão Negro (Ashida Kim). Entres os outros ocidentais
praticantes de ninjutsu que hoje são conceituados como Robert Bussey
(que foi um dos primeiros praticantes ocidentais do ninjutsu). Entre
outros ocidentais de outros países também são precursores do ninjutsu no
ocidente como Lubos Pokorny, Ruy de Mendonza, Christian Petrocello,
Ernani Bastos, Jorge Canelas, José de Souza, Half Wendel , Bernard
Bordas, entre outros, e espalharam o ninjutsu nos Estados Unidos,
Espanha, Portugal, Alemanha, República Tcheca e inúmeros outros países,
inclusive o brasil.
O
soke Nachimo estudou ninjutsu com Seiko Fujita antes e durante a
segunda guerra mundial. Mestre Nachimo morreu de infarte sem
passar o título de soke a ninguém em 1992. É tradicional na
prática de Koga mudar o nome da escola para o nome do novo soke à
receber o título, o que torna rastrear a sua descendência difícil, e o
fato é que a escola tradicional treina menos que 9 alunos de uma vez,
reduz drasticamente o número de pessoas que são praticantes. Ryan Taylor
estudou com Nachimo e atualmente administra uma das escolas Nachimo Ryu
Koga ninjutsu.
No
brasil, existem algumas associações de ninjutsu de vários estilos, e
entre os praticantes mais conhecidos aqui no brasil está o shidoshi
Rodrigo Muller que ensina o estilo Sho Kumo Ryu Ninjutsu, ele foi
discípulo direto de Yoshiaki Yamato (fundou a Sho kumo Ryu em 1956 no
japão).
Yoshiaki
Yamato lutou na segunda guerra mundial e estudou na escola de
espionagem de Nakano. Atualmente o representante máximo deste estilo é o
irmão do fundador Toshiro Yamato. Algumas escolas tradicionais do
ninjutsu questionam a autenticidade da Sho Kumo Ryu ninjutsu como a tão
conceituada Bujinkan.
Há
outros graduados em ninjutsu de vários estilos aqui no Brasil como
André Renovato, Cicero Melo, Klevin Gatte, Rogério Lima, Renan Zerbini,
Fabio R. Robin, Rômulo Lima, Aldani Campos, Ronaldo Rangel, Felipe
Muniz, Kleitor Franklint e vários outros.
É
só procurar os Dojos que normalmente são achados em São Paulo, Rio de
Janeiro, Paraná, Mato Grosso, Amazonas, Amapá, distrito federal. Em
outros lugares aqui no Brasil provalmente ainda não existem. Muitos
instrutores de ninjutsu ao redor mundo dão aulas para esquadrões de
elite como a Swat, Gsg9, Seal, Delta Force, SaS,ect. e/ou possuem
empresas de segurança onde normalmente são instrutores de tiro.
Rodrigo
Muller, por exemplo, além do ninjutsu tem treinamento com os melhores
especialistas nas áreas de operações especiais, tiro de combate, resgate
de reféns e segurança V.I.P.
Vale lembrar
que o ninjutsu como era nos tempos feudais não existe mais, pois o
último autêntico ninja na ativa foi Takamatsu Toshitsugu, o que existe
hoje é a preservação desses ensinamentos milenares que passam de soke
para soke. Este texto tem várias fontes ainda colocarei as fontes.
ÍndicePrefacio............................................................................................................................03Espionagem como uma Arma..........................................................................................03 NINJITSU BÁSICO........................................................................................................04Meditação para Força Interna..........................................................................................10Kuji Kiri...........................................................................................................................15INPO - A Arte de Esconder.............................................................................................33Os Nove Passos...............................................................................................................38Curso de obstáculo que Treina........................................................................................52Esconderijos.....................................................................................................................66Entrada.............................................................................................................................71Coberta Sentinela Remoção 77TONPO - A Arte de Escapar 84Kumi Uchi 90 Nublando a Mente 98 Não deixando Nenhum Rastro 104A Missão 106Pós-escrito 1072
Prefacio
Os Ninjas foram os Últimos Guerreiros do Japão feudal. Envoltos na escuridão esegredos, Os soldados-fantasma do Punho Invisível infligiram o medo nos corações deseus inimigos e espalharam a destruição a todos os que incitaram sua ira. Os princípiosde seus métodos ocultos não mudaram até hoje.Os princípios e formas apresentadas a seguir são planejadas para uso de umindivíduo solitário. Algumas escolas de Nijitsu (Ryu) defendem o uso de equipamentostais como o shuriken, lutas, até mesmo venenos e armas de fogo. Estas escolas treinamo improviso e uso de qualquer arma que possa concluir a missão. Há muita coisa paraser dita acerca desse assunto, até mesmo entre as escolas, que praticam invisibilidade,como o Dragão Preto Ryu, então, seções explicando as armas clássicas Ninja sãoinclusas.Todavia, o estudo desta arte não requer nenhum tipo de arma. Um sensei(professor) disse certa vez: “Um homem nu, só, em um quarto escuro, pode praticar Ninjitsu”. Uma pessoa não pode mover-se de pressa e silenciosamente quando carregavárias armas e ferramentas. E se for capturado, estes artefatos seriam certamenteconfiscados. O que deve praticante fazer, então?Deve usar meios para ficar invisível na presença do inimigo, penetrar emqualquer lugar e não ser visto, passar sem deixar rastro.Esta é a Via Silenciosa dos Cavaleiros-Místicos, o Caminho Enluarado doGuerreiro das Sombras, os Assassinos Invisíveis do Japão Feudal, os NINJAS.A beleza destas técnicas é que eles não exigem toda vida para as dominar. Foidesenvolvida por muitos que estavam cansados de ser injustiçados, mas que não tinhamrecursos físicos para se defenderem. Poucas pessoas têm tais recursos ou tempo paraadquiri-los. O estudante necessita aprender apenas uma técnica e ter coragem paraterminá-la para livrar-se do opressor. Fazer guerra não é difícil, enquanto manter a paz équase impossível. Por isso as técnicas Ninja que valorizam a paz e a harmonia sobretudo, percorreram grandes distâncias no espaço e no tempo durante séculos parasacralizar e preservar estes métodos. Quando houver injustiças, os Ninjas aparecem.Eles não são chamados a ação por qualquer um. Eles são pessoas comuns em situaçõesextraordinárias. Eles não precisam ter um clan ou credenciais ou até mesmo muitotreinamento. Eles só precisam da VONTADE.Os Ninja fazem o que deve ser feito, então é esquecido. Os príncipes e reis podem ganhar alguma vantagem temporária pela Força. Mas, as únicas realizaçõesduradouras são alcançadas pelo Amor.Esta é a verdadeira lição do Ninjutsu.
Espionagem como uma Arma
Aproximadamente quinhentos anos antes do nascimento de Cristo, um filósofochinês de nome Sun-Tsu declarou em suas “Regras dele para Subversão Política ePsicológica” que, não há nenhuma arte mais alta que o de destruir a resistência doinimigo sem um combate no campo de batalha. De acordo com esta filosofia,"A tática direta de guerra é necessária no campo de batalha, mas só a táticaindireta pode conduzir a uma real e duradoura vitória.”3
“Subverta qualquer coisa de valor no país do inimigo. Submeta os emissários docomandante em intrigas criminais; arruíne sua posição e destrua sua reputações comotambém; os exponha ao ridículo público perante os concidadãos.”“Não dispense a ajuda até mesmo do mais baixo e desprezível das pessoas.Atrapalhe os trabalhos de seu governo com todos os meios que você puder.”“Semeie desunião e disputa entre os cidadãos do país do inimigo. Volva o jovemcontra o velho. Use todo meios para destruir seus exércitos, seus suprimentos, e adisciplina das forças do inimigo.”“Derrube velhas tradições e religiões. Seja generoso com promessas erecompensas ao comprar inteligência e cúmplices. Mande seus agentes secretos emtodas as direções. Não restrinja dinheiro ou com promessas, porque eles rendem um altoretorno”.É nesta passagem da Arte de Guerra que Ninjutsu japonês é baseado.Sun-Tsu estava bastante correto. Nada mais se necessita dizer acerca daespionagem usada como arma.Mas, A Arte de Invisibilidade é de longe mais antiga que isto. Nem foi Sun-Tsuo primeiro em reconhecer este princípio. E, muito posteriormente, Maquiavel em “OPríncipe” expressou o mesmo sentimento com respeito a conquistar novas terras.
Ninjutsu básico
As origens de Ninjutsu se perdem nas névoas de tempo. Foi grandementeinfluenciado pelas técnicas chinesas de espionagem que são encontradas em abundanciano clássico “A Arte da Guerra” de Sun-Tsu. A palavra Ninjutsu originou-se duranteuma guerra entre Príncipe Shotoku e Moriya sobre a terra de Omi no Japão do séculosexto. Durante este conflito, um guerreiro chamado Otomo-no-Saajin contribuiu para avitória de Príncipe Shotoku juntando secretamente valiosas informações de inteligênciasobre as forças inimigas. Por este serviço, foi premiado o título de Shinobi o qualsignifica "o ladrão". Deste ideograma, o caráter para a palavra Ninjutsu é derivado.Originalmente, o papel do Ninja era ganhar informação sobre o inimigo esabotar suas operações. Agentes foram classificados como: Indígena, significando pessoal local que juntou inteligência ou trabalhou para o Ninja local; Dormente, ficalongo tempo num só lugar apenas esperando instruções; Dublês, agente anterior doinimigo que espiou para ambos os lados; e agentes Eventuais que eram usados para sóuma missão e então partiram para se afastar. Tais agentes incluem homens e mulheres,os Ninja femininos foram chamados Kunoichi cumpriam missões de assassinato esabotagem, como também espionagem. Ninjutsu não é uma técnica mágica que o permitirá a desmaterializar seu corpo eo materializar em outro lugar. Não mudará a estrutura de seu corpo, tornando-otransparente. Esta Arte de Invisibilidade consiste nas habilidades empregadas para sefazer invisível; neste contexto, a arte se torna quase uma filosofia.Os mestres antigos disseram, “Uma árvore que se encontra a floresta sem seouvir, não faz som algum; mas está lá, no entanto”. Assim é com Ninjutsu. Um Ninjaque ataca um homem que não o vê é invisível, mas ele está atacando, no entanto.
Ser um Ninja
Ser um Ninja, realmente é contemplar a Via Silenciosa, a pessoa deve ser umcaçador. Conhece os modos de sua presa, seus caminhos. Ele estuda seus hábitos,4
padrões de movimento, e rotinas. Deste modo, ele pode golpeá-lo quando é maisvulnerável, ou pode os apanhá-lo em seu próprio habitat.Para ser um Ninja, um assassino invisível, a pessoa deve ser um guerreiro. Istosignifica que ele aceita responsabilidade para suas ações. Estratégia é a arte doguerreiro.A pessoa deve ser um feiticeiro, isto significa que ele pode “parar o mundo” ever “com os olhos de Deus”. Esta é a essência de Mugei-Mumei No-Jitsu para qual atradução é, " sem nome - nenhuma arte ". Segredo é a marca do espião.Para ser um Ninja, a pessoa deve ser forte, a pessoa tem que ter sabedoria, a pessoa tem que ousar e a pessoa deve saber calar.
Uniforme do Ninja
O uniforme do Ninja é basicamente como os dos ajudantes do teatro da fase deKabuki, que se moviam furtivamente durante as cenas para ajudar os atores com asmudanças de fantasia, de paisagem, ou remoção de suportes. Ele não é notado, emboraele possa permanecer visível por completo por um ato inteiro. Ele parece uma parte da paisagem. E, quando ele mover, é tão rapidamente realizado e imperceptível que eleescapa da visão. Este simbolismo aplica igualmente às ações de um agente dentro docampo.Para nossos propósitos, o uniforme de Ninja consiste de:(a) Máscara de Esqui de Preto, como camuflagem, pintura ou maquiagem facialque não saia facilmente; b) Preto sobretudo negro, freqüentemente reversível disfarçar a aparência;(c) Cinto Preto ou faixa;d) Coveralls Preto, com gravatas de blousing aos pulsos, cotovelos, joelhos, etornozelos. E,(e) Tabi Preto, meias sapatilhas fendidas usadas como sandálias. A sola maciadestes protege os pés e ajudas amortecem os sons ao caminhar.O uniforme tradicional também incluiu o hakima que é uma saia formal dividida,leggings, e uma túnica clara. Meu Sensei também empregou uma grande capa cinza umverdadeiro "capa de invisibilidade". O traje do Ninja é chamado de Shinobi Shokozu. O blousing amarra nas juntas e serve para amortecer ligeiramente o corpo e mãos contraimpacto durante combate deve ser ligeiramente apertado. Serve também comotorniquetes para evitar sangramentos se o agente for cortado durante combate comespadas.Preto é considerado a "cor tradicional" porque era usado pelos ajudantes Kabuki.Era esperado que a platéia ignorasse sua "figura de sombra", usavam as mesmastécnicas que muito se empregam hoje para a espionagem, mover invisível sobre a fasede combate. Mas, preto puro à noite postos entre as sombras reluz ao luar. Então, amaioria dos Ninjas usa o marrom, cinzento*, ou uniformes vermelhos.Vermelho teve a vantagem de se tornar negro a noite, um fato só conhecido dosque estudaram luz e sombra como uma ciência. Quando porém, ao entrar na luz do fogoeste lhe devolve a cor . E psicologicamente intimidam o inimigo pela associação devermelho com o medo de sangue.Este truque também era usado pelos espartanos da Grécia antiga que usavamcapas vermelhas amedrontando o inimigo e escondia qualquer ferida que eles poderiamreceber na batalha. Um exemplo de Saimenjitsu (Os Homens de Hsi Jitsu) o Caminhodos Portais da Mente. Terminologia Ninja para o estudo da mente, psicologia.5
Novamente, um exemplo de "poderes e habilidades superiores dos mortais" amaioria que ainda estavam morando em cabanas neste período de história humana.Cozinhando em fogueiras, lutando para sobreviver com uma agricultura primitiva,nenhuma medicina, para se falar de padrões modernos, é difícil acreditar que em taisépocas os homens tiveram tempo para oprimir um ao outro e empreender a guerra. Mas,sempre foi assim.Só o Ninja estava entre os camponeses e os príncipes. Só eles poderiam passar por paredes e golpear o coração do acampamento inimigo. É por isso que era proibidouasr estas artes para ganho pessoal. Por isso estão cheias de lições filosóficasescondidas. Deste modo o Ninja está protegido pela armadura da retidão e não podefazer nada errado.
Princípios de Luz e Sombra
Considerando que qualquer objeto opaco absorve luz, produz uma sombra noespaço atrás de si. Se a fonte luminosa é um ponto, uma superfície opaca corta toda aluz que incide sobre ela produzindo uma sombra de densidade uniforme. Um exemplo éa projeção da sombra da mão em uma parede.Se a fonte de luz for maior que um ponto, a sombra varia em intensidade,criando umbra e penumbra. Umbra é aquela porção da qual são obscurecidos todos osraios de luz, enquanto a penumbra é a parte mais clara, não completamente escondidado observador.Refletores, tochas de mão, e assim por diante, é pontos de luz. O posterior dasduas sombras é o mais freqüentemente encontrado. Assim, em Ninjitsu, nós nosesforçamos para permanecer na sombra mais funda, o umbra, já que esta ferece omelhor cobertura.A regra de Kagashi-no-Jitsu estados que o olho vê movimento primeiro, silhuetaem segundo, e cor em terceiro. Adaptação na escuridão permite acostumar os olhos a baixos níveis de luz. São requeridos aproximadamente trinta minutos para as células bastonetes dos olhos produzirem suficientemente o visual púrpura para permitir o olho adistinguir objetos em baixa luminosidade. Visão de Centro é uma técnica de focalizar atenção em um objeto sem olhar diretamente para ele. Quando um objeto é olhadodiretamente, a imagem é formada na região das células cone do olho. Esta área não ésensível à noite. Quando o olho olha a cinco a dez graus acima, debaixo, a esquerda ou adireita, a imagem sensibiliza as células bastonetes fazendo visível o objeto em baixaluminosidade e corrija a visão.Visão de Varredura é um método de usar esta visão de fora-centro para observar um objeto ou área. Durante observação noturna, o visual púrpura das células bastonetesse esvai em cinco a dez segundos e a imagem enfraquece. Devido a isto, você tem quetrocar os olhos ligeiramente de forma que as células bastonetes descansadas sejamusadas.Mova os olhos em curtos e irregulares intervalos sobre o objeto, mas não olhediretamente para ele. Interrompa alguns segundos a cada ponto de observação porqueseus olhos regularmente são usados onde há luz suficiente para criar esboços nítidos ecores luminosas. Na escuridão, a visão dos objetos é débil, não há nenhum esboçonítido, e as cores são pouco ou quase nada distinguíveis. Para se mover na escuridãovocê tem que acreditar que você vê. Só prática pode alcançar isto.À noite, se o inimigo pode ser visto, mantenha o fogo (luz) entre você e oinimigo. Lembre-se, o inimigo está olhando de uma área de luz (em qual os alunos deleconstringiram) para uma área de escuridão onde a luz é insuficiente para exibir uma6
imagem na região de cone da retina. Na luz do dia, mantenha o fogo e a porta em seulado direito, mantendo o esquerdo claro.Mover-se na escuridão, requer que um caminho seja selecionado de um lugar camuflado para outro, ao cruzar qualquer área exposta em pé faça-o depressa esilenciosamente, na escuridão, isso requer grande paciência e respiração controlada. Omelhor lugar dentro de um quarto é o canto mais próximo e atrás da porta. Selecioneuma sombra a ser usada e avance silenciosamente até ele. Assuma uma postura que seconforme coma forma da sombra e permanece assim. Pratique respiração superficial.Para ficar invisível, o Ninjutsu emprega os Nove Passos de Kuji Ashi. Isto éconsistente com o conceito de Shugendo, o asceticismo montanhês do Japão feudal noqual Kuji (nove) é o número mais importante. Nove são o número de conclusão nanumerologia.
Meditação
A ênfase em meditação para cultivar a mente e corpo é todo característico dasArtes marciais orientais. Em nenhuma parte isto é mais verdadeiro do que no Ninjitsu, oCaminho Silencioso.Os Ninjas colocam tanta importância nos aspectos espirituais e mentais de suaarte como no físico. A habilidade para pensar, argumentar e se lembrar, é altamenteexercitada em uma sociedade onde a mente é a última arma. Para este fim, elesdesenvolveram exercícios para afiar a sua percepção e perspicácia psicológica. Estastécnicas também servem rejuvenescer o corpo, acalmar o espírito, e cultivar a forçainterna. Diziam que o Ninja antigo podia sentir os inimigos escondidos, prever a morteiminente de uma pessoa doente ou velha, e predizer a dissolução de um matrimônio.Isto não era porque eles eram “psíquicos”, mas porque eles tinham desenvolvido suascapacidades de observação e intuição para um grau alto através destes e outrosexercícios especiais.
Força Interna e Externa
Há dois tipos de força, da mesma maneira que há Yin e Yang. O exterior, forçafísica é óbvio, enfraquece com a idade, e é dissipada através com excessos. A forçainterna é sem dúvida o mais poderoso dos dois, mas deve ser desenvolvido por práticaconstante e estudo. O Qi (também Chi, tchee “pronunciado” em chinês e Ki em japonês)é a força-vital do Universo que flui no interior e ao redor de todas as coisas. Pode ser acumulado, pode ser cultivado, e pode ser circulado dentro do corpo para executar avontade do Ninja. Mas, nenhum em dez mil já conhecerá o verdadeiro Qi. Como, comomuitos assuntos transcendentais, não pode ser descrito adequadamente por palavras ouexpressão. Mas, pode ser experimentada. A prática é conhecida como Kuji Kiri, os Nove Cortes. A chave para o Portal da Mente.O propósito de qualquer caminho de iluminação é mostrar para o estudante suaverdadeira face. Se isto não ocorrer, falhou como uma filosofia e foi inútil. A frase vemde uma lenda tribal, quando os homens ainda contemplavam a natureza primitiva douniverso.A história é assim: uma vez uma tigresa estava perseguindo algumas cabras,tentando pegar uma. Durante a perseguição ela feriu-se e, como estava prenha prestes amorrer, deu à luz um tigre filhote. As cabras, nunca tinham visto um tigre de bebê antes,então adotou-o no rebanho. Como ele cresceu, o filhote não era uma cabra muito boa.7
Ele não tinha o tipo certo de dentes por mastigar grama, e ele gostava de subir nasárvores e dormir, as outras cabras ficaram com ciúmes.Um dia, outro tigre apareceu começou a tentar pegar uma cabra para o jantar como antes. Ele viu o tigre jovem, enquanto se encolhendo num buraco no chão.
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“O que está fazendo você?” Perguntada o tigre velho.
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“Escondendo” , respondeu o mais jovem.
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“Por que ?”
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“Eu tenho medo que você me coma”, respondeu o tigre jovem.
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“Venha comigo”. Riu o tigre velho. E ele levou o jovem tigre para sua acaverna e pediu que ele comece a carne fresca de um antílope que acabara deser morto. O jovem tigre lhe falou ele era um vegetariano. Mas o tigre velhoo fez comer; dizendo-lhe que a carne o faria forte. Ao passar de um tempo,levou o jovem tigre para o lago e lhe disse que olhasse para o reflexo deleantes de tomar uns goles de água.
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“Você vê, sua face está igual a minha. Você não é uma cabra. Você é umtigre.Você deve agir como um tigre. Isso é a natureza de coisas".Este é o propósito de meditação. O homem percebe realidade como uma reflexãofiltrada dentro da piscina de sua mente subconsciente. Ondulações de aborrecimento, ovento de imaginação, e ondas de emoção perturbam freqüentemente esta piscina. Tudodistorce a percepção da realidade. A meta de meditação é acalmar as águas “desta piscina”, de forma que o estudante possa ver a si e o mundo claramente.O segredo de meditação é a prática regular. Perseverança, diligência, edeterminação quieta são requeridas. Se executou diariamente, melhoria contínua podeser esperada.Meditação não é um processo a ser acelerado; não espere resultado imediato.Mas, lentamente, suavemente, depois de algumas semanas, notará você que os velhos problemas já não o agravam mais, ou que você está dormindo melhor. Então vem sonssutis e sensações. Um sentimento de leveza, um formigamento na espinha de baixo paracima, o som da batida de seu próprio coração. Estes são sinais de progresso.São recomendados dois períodos por dia. Um ao acordar e um antes de ir dormir.O exercício deveria ser feito em um quarto escuro e silencioso, nem muito quente nemmuito frio. As vestes confortáveis, ventilação adequado para prover ar fresco edeveriam ser evitadas barulhos ou outras distrações.O controle da respiração é a chave própria meditação da qual pode ser definidaconscientemente como a arte de alterar os estados de mente. Para completar, a pessoaajusta fisicamente o pH (equilíbrio ácido/alcalino) do sangue regulando o ritmo darespiração.Este treinamento não tem por finalidade ganho, exploração, ou manipulação de poder. Isto não deveria ser praticado com essas metas em mente, pois impedirá o bom progresso da prática. É somente acalmar a mente, curar o corpo, melhorando a si mesmo para estar em harmonia com o fluxo do universo e dar um bom exemplo para todos.Meditação, sentando quietamente, escutando a própria respiração, é o primeiroexercício de Invisibilidade do Ninja.
Preparação física
A pessoa não pode entrar de uma vez no caminho de esclarecimento.Desenvolvimento da mente só pode ser alcançada quando o corpo estiver preparado. Osexercícios vitais dados aqui são ativos e no extremo alguns podem produzir 8
inconsciência. O choque para o corpo poderia ser bastante severo a menos que sejamtomadas precauções apropriadas.Então, as pessoas com problemas cardíacos, doenças crônicas, diabetes, oufraquezas semelhantes são aconselhada para praticar só estes exercícios preparatóriosdurante pelo menos noventa dias antes de tentar as técnicas vitais. Nem esta práticadeveria ser empreendida enquanto sob da influência de qualquer forma demedicamento, narcótico ou álcool.Os exercícios seguintes preparam o corpo para a experiência de energia interna.Eles são certamente chineses em origem, terapêutico em natureza, e essencial para a prática Kuji Kiri. Exercícios semelhantes é achada em muitas tradições de Yoga.Alguns asseguram que esta série de movimentos (excluindo as técnicas respiratóriasdadas aqui) é derivada de um exercício médico chinês antigo conhecida como os OitoPeças do Brocado. Mas, certamente, as Nove posições dos Dedos Entrelaçados ouMudra que segue cada dos quais representa um portal no Pilar Celestia da espinha, eisso é chamada freqüentemente as Nove Chaves do Portão de Mente, é o centro da prática.
Posição de Lotus completa
Sente em posição de Lotus Completa, asola do pé direito no lugar mais alto da coxaesquerda e a sola do pé de esquerdo no lugar mais alto da coxa direita, cruzando as pernas.Relaxe os ombros, deixe a coluna reta, nãoapóie. Feche os olhos e esvazie a Mente. Isto éfreqüentemente difícil, mas o propósito demeditação é acalmar a superfície da Piscina doSubconsciente. Os seres humanos vêem arealidade como sendo refletida neste “espelhomágico”. Se a superfície está turbulenta, entãonão pode ver ou pensar claramente. Assim é osimbolismo do elemento Água. Isto acalmará amente, curará o corpo, e o ajudará a se ver interiormente. Aperte os punhos e os coloquenos joelhos, palmas para cima. Isto o ajudarádiminuindo seus pensamentos e o permitirá aconcentrar na experiência de energia interna.Faça três respirações profundas, imaginando os números 3-2-1 como se ao cantar fosseaprofundando no relaxamento. Ao concluir a terceira respiração, imagine o numero 1, ecoloque a ponta de sua língua no céu da boca (palato). Isto conecta os canais psíquicosdo corpo á coroa e a base do torso. Clique seus dentes trinta e seis vezes. Faça istoligeiramente e a um compasso constante. Isto acalma o coração, até mesmo em temposde tensão.
Batendo o Tambor Celestial
Junte os dedo, coloque a mão na parte de trás da cabeça, cobrindo as orelhas. Osdedos devem tocar a base do crânio. Coloque os dedos polegares debaixo das orelhas.Aplique uma pressão suavemente com as palmas. Relaxe os ombros. Isto esquentará asorelhas e beneficiará os rins. Se sua mente estiver tranqüila, você sentirá a batida de seu9
pulso. Tome fôlego lenta e profundamente sem produzir som nove vezes. Pense emcada respiração como que enchendo um copo de água. O ar é primeiramente levado a parte inferior dos pulmões e depois é enchida a parte superior dos mesmos. Ao exalar,deixe o ar fluir para fora primeiro dos pulmões superiores. Isto atrai o Qi ao "assento de de energia vital " o Hara ouTan Tien, o Ponto Uno, inicial daenergia Qi, onde ela nasce. Este é ocentro físico e espiritual do corpo,localizado aproximadamente duas polegadas debaixo do umbigo. Vocêsaberá quando sentir. Continuedescansando as mãos na parte de trás dacabeça. Bata o indicador alternadamentecontra a base do crânio ao nível de orelha, vinte quatro vezes. Isto estimula o cérebro, previne surdez, e ajuda a alcançar longevidade.
Abrindo o Pilar Divino
O Hara ou Tan Tien, no baixoventre, dois dedo abaixo do umbigo, é oCaldeirão Dourado da alquimia Ninja, por meio do qual os elementos básicos da personalidade, “Primordial”, é “fervida”no “fogo da Barriga” que é aceso aorespirar enchendo o interior dos pulmõescom a Força do Qi. O “vapor” criado por este processo sobe pela espinha até a“câmara misteriosa” do o crânio. Pararealizar isto, os “Portais do Pilar Celestial” devem ser abertos. Primeiroatravés deste exercício de quiroprática,depois pelas chaves de Kuji Kiri. Abraas mãos e as coloque nas coxas.Abra os olhos, vire a partesuperior de a cintura, torcendo à esquerdaentão à direita, quarenta e oito vezes. Isto estimula e exercita o pescoço e espinha dorsalsuperior.
Trazendo a Energia às Palmas
Coloque a palma esquerda em cima da palma direita e esfregue de uma maneira circular da esquerda para a direita vinte e quatro vezes.Então inverta as mãos, efetue o movimentocircular da direita para a esquerda, vinte e quatrovezes. Isto estimulará circulação. As mãos agoraestão mornas. Coloque as palmas na parte detrás sobre os rins. Gire ambas as mãosvigorosamente na parte de trás vinte e quatro10
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