segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

NINJA JUHACHI KEI (AS 18 DISCIPLINAS FUNDAMENTAIS DA ARTE NINJA)

NINJA JUHACHI KEI (AS 18 DISCIPLINAS FUNDAMENTAIS DA ARTE NINJA)
Os Ninja do Japão medieval, eram treinados em dezoito áreas fundamentais de experiência e estratégia, cobrindo uma área de treinamentos físicos e mentais de vários níveis, onde suas especialidades eram apuradas, e seus instintos naturais de sobrevivência e suficiência, eram desenvolvidos austeramente com disciplina e perseverança.
"Quando chega a Aurora, a noite se desvanece, chorando lágrimas de luz, eu também, devo ir... para algum lugar, muito, muito distante..."
SEISHIN TEKI KYOYO (REFINAMENTO ESPIRITUAL)
O ninja trabalhava no desenvolvimento de um profundo e preciso reconhecimento de si próprio, seu potencial, sua resistência e vulnerabilidades. Praticavam exercícios de resistência mental, percepção do perigo, etc. O ninja se tornou um guerreiro filosófico. Seus combates e missões eram motivados por amor e devoção, e não apenas pelo gosto de combater e guerrear.
TAI JUTSU (COMBATE DESARMADO)
O antigo guerreiro ninja era especialista no combate desarmado, capaz de enfrentar qualquer tipo de oponente com superioridade e maestria. O ninja era perito em Dakentai Jutsu, ataques simultâneos contra o oponente utilizando-se de chutes, socos, e todas as partes do corpo; Jutai Jutsu, o combate corpo a corpo, projeções, luxações, etc; Taihen Jutsu, a movimentação do corpo por completo, sem deter-se com o inesperado. O Tai Jutsu auxiliava defensivamente, o antigo ninja em situações eminentes de perigo.
NINJA BIKEN (AS ESPADAS NINJA)
A espada das sombras era considerada seu principal instrumento de combate. Varias espadas ninja com diferentes aplicabilidades, faziam parte do arsenal de superiores lâminas cortantes do antigo ninja.


SHURIKEN JUTSU (LANÇAMENTO DE ARMAS CORTANTES)
Lâminas eram carregadas em bolsos ocultos como armas de lançamento. Os ninjas usavam uma estrela de lançamento especial, tinha quatro pontas, chamada de "semban shuriken", era constituida de uma fina chapa de aço, tal arma era utilizada também para o combate corpo a corpo, porém quando lançada, o mesmo era efetuado com um rápido movimento circular, geralmente para ferir o inimigo, pois a mesma somente causaria a morte se estivesse envenenada.
BO JUTSU (LUTA COM BASTÃO)
Esta arte praticada pelos samurais e camponeses, era também uma das perícias do antigo guerreiro ninja. Onde era treinado a usar o "bo", bastão longo e o "hambo", bastão curto. O "shinobi-zue", também era muito utilizado, sendo projetado para se parecer com uma bengala comum, mas ocultavam lâminas, correntes, ou dardos que poderiam ser usados contra o inimigo.
YARI JUTSU (LUTA COM LANÇA)
Os ninjas eram ensinados a usar lanças clássicas japonesas como armas de médio alcance. As lanças eram usadas para estocar e penetrar, e raramente eram lançadas em combate. Os Ninjas de togakure-ryu usavam uma lança com lâmina em uma extremidade e um gancho ou foice na outra extremidade chamada "kama-yari".

NAGINATA JUTSU (LUTA COM LÂMINA ARTICULADA)
A naginata japonesa era utilizada para cortar e perfurar os adversários a uma média distância O antigo ninja também era perito com o "bisento", uma grande e pesada versão da naginata; baseada em uma arma chinesa chamada "quan-tao", a enorme lança era pesada o suficiente para fatalmente esmagar as armaduras e derrubar as montarias dos antigos samurais e bushis. Geralmente o bisento era utilizado somente por robustos ninja, que poderiam manusear com eficácia, tal arma grandiosamente pesada.



KUSARI - KAMA (FOICE E CORRENTE ARTICULADA)
A arma japonesa com uma corrente e uma foice foi adota no arsenal dos antigos ninja. Uma corrente de seis a nove pés de comprimento (182.88cm à 274.32 cm) era ligada a uma foice tradicional. A corrente contendo uma pequena bola de aço em sua extremidade era uti1izada para bloquear um ataque inimigo, e a foice usada para liquidar o mesmo. O "kyoketsu-shoge", uma arma similar à kusari-kama, era também usada pelos ninja, a arma consiste em um pequeno punhal articulado interligado por uma corda geralmente feita de cabelo de mulher ou de pelo de cavalo, tendo em sua extremidade um anel de aço do tamanho aproximado da palma da mão de seu usuário.

KAYAKU JUTSU (FOGOS E EXPLOSIVOS)
Os ninja eram experientes na colocação e sincronização de explosivos, para demolir, destruir ou simplesmente afugentar e distrair. O "kemuridama" era muito utilizado para iludiu e tirar a atenção de seus oponentes com uma grande cortina de fumaça. Anos depois a pólvora negra e outros explosivos complementaram a arte dos fogos e explosivos dos antigos ninja, juntamente com o conhecimento das armas de fogo e suas aplicações estratégicas.
HENSO JUTSU (DISFARCE E REPRESENTAÇÃO)
Essencial para o trabalho de espionagem do ninja, era sua habilidade de assumir identidades falsas e se locomover na sua área de operação sem ser descoberto. A imobilidade, velocidade e percepção eram as principais habilidades desenvolvidas na arte do disfarce e camuflagem.
SHINOBI IRI (MOVIMENTOS SILENCIOSOS)
As técnicas dos ninja de mover-se silenciosamente, arrombar e tomar áreas inacessíveis, se tornaram legendárias no Japão feudal. O ninja aprendia métodos de caminhar e correr para cobrir efetivamente longas distâncias, passar sobre assoalhos silenciosamente e se ocultar nas sombras para facilitar sua entrada e saída em grandes castelos medievais.

BA JUTSU (MONTARIA)
O antigo guerreiro das sombras era treinado para ser hábil na montaria de um cavalo; tanto com combates montados como contra ataques montados. Uma das grandes especialidades na arte da montaria era a precisão que os ninja tinham com o arco e flecha durante seus combates.

SUI REN (TREINAMENTO AQUÁTICO)
Mover-se dentro da água silenciosamente, métodos de usar botes especiais flutuantes para atravessar longos trajetos sobre a água, treinavam-se técnicas de combate dentro d?água e remoção de sentinelas

BO-RYAKU (ESTRATÉGIA)
Táticas de fraudes e conspirações políticas; usar a influência para conseguir que o inimigo faça o que o ninja quer sem chamar a atenção para ele próprio, eram algumas das táticas de estratégicas dos antigos ninjas.

CHO HO (ESPIONAGEM)
Os métodos de espionagem eram perfeitos, isto está incluído meios de localizar e recrutar espiões, pois a arte da espionagem é de vital importância para a arte de guerra e superioridade de um exército, sem a espionagem, a capacidade furtiva dos antigos ninja eram impossíveis.



INTON JUTSU (ESCAPE E OCULTAÇÃO)
Os antigos ninja eram perfeitos em usar a natureza para encobrir suas fugas, fazendo parecer que tinham desaparecidos. O "GO TON PO" (cinco elementos de fuga) era baseado no trabalho de se familiarizar com o uso criativo da terra, água, fogo, ar, e vazio.

TEN-MON (METEOROLOGIA)
Prever e tirar vantagem do tempo e fenômenos climáticos eram fatores importantes em qualquer batalha. Os ninja eram treinados para distinguir todos os sinais naturais para prever as condições do tempo, e consequentemente sua estratégia de combate e missão.

CHI-MON (GEOGRAFIA)
O conhecimento e o uso com sucesso das feições do terreno eram habilidades cruciais e vitais na história do ninjutsu.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

AN CHI - O ANCESTRAL DO NINJUTSU



AN CHI-Este estilo chinês incomum concentra-se no uso de armas e dispositivos ocultos, e era ensinado em segredo. O uso de ferramentas exóticas transforma-o em um primo distante do ninjutsu,e pode ser que praticantes do AN CHI exilados no Japão,estivessem entre os ninjas originais.Este estilo se concentrava no uso de armas de arremesso.Diz-se que os mestres deste estilo eram capazes de transformar qualquer utensílio doméstico comum em uma arma letal,também se especializava nas técnicas de ocultamento de pequenas armas de arremesso como shurikens.

SEQUÊNCIA DO DESENVOLVIMENTO DO NINJUTSU

NINJUTSU é uma arte marcial japonesa com raízes que datam mais de mil anos atrás. Existiam no Japão, muitas escolas e famílias de NINJUTSU, mas durante a era de paz civil no Japão, não eram mais necessários, os serviços dos ninjas. Em razões disso, muitas dessas escolas desapareceram, porém algumas mantiveram a tradição viva ensinando as suas crianças, passando de pai para filho os segredos dos ninjas.
Os NINJA tiveram funções diferentes em determinadas épocas da história do Japão. Houve épocas em que eram guerrilheiros, terroristas, assassinos e em outras épocas eram agentes secretos do governo japonês, instrutores de polícia e assim por diante.
NINJUTSU foi desenvolvido como um sistema de combate por povos que viveram principalmente nas províncias de NINJUTSU KOGA e IGA, e sabiam da importância de um estado psicológico e uma saúde mental boa. Existiam muitos clãs diferentes de ninjas, cada qual com seu próprio estilo.
O NINJUTSU influenciou a história, a política e a cultura do Japão. Os verdadeiros guerreiros da escuridão começaram a desenvolver sua maneira de sobrevivência, autodefesa, táticas marciais com armas, camuflagem, espionagem e guerrilhas, que mais tarde passaram a ser conhecidas como NINJUTSU.
Durante a longa guerra civil que durou até o fim do século XVI, algumas famílias que habitavam as regiões montanhosas na região de HONSHU, eram impedidas de portar espadas ou armas, então desenvolveram técnicas marciais para se proteger e foram forçados a praticar seus conhecimentos ninja em segredo, nas montanhas e florestas. Essas famílias de guerreiros desenvolviam suas habilidades em harmonia com a natureza e treinavam diferentes tipos de combates e praticavam meditação. Quando necessário essas famílias se uniam para lutar contra os inimigos.
Como em qualquer sociedade, havia crápulas entre os ninja, que não tinham o menor pudor em utilizar os conhecimentos adquiridos para fins nada honoráveis, como matadores de aluguéis. Foi ai que o ninja evolui de guerreiro das montanhas para guerreiros da noite e começaram a ocupar parte na história do Japão, pois muitos senhores feudais contratavam os serviços desses ninja, que eram exceções, para realizar assassinatos e atuar como espiões. Esses ninjas eram samurais, pois serviam a um DAIMYO, com a diferença de não seguirem o BUSHIDO, mais sim, seu próprio código de conduta. Não se importavam em realizar suas missões de maneira desleal, já que sua imagem não era afetada, pois além de atuarem de noite, daí o nome – o guerreiro da escuridão – usavam uma máscara que mantinham sua identidade em sigilo.
Naquela época, os “ninja do bem” dirigiam suas atividades à família e aos objetivos da comunidade que pertenciam. Mas como as injustiças eram muitas no passado, os ninjas viviam às voltas em inúmeras batalhas. O que levou a condição de guerreiros mortais.
Poucos clãs ninja vingaram até a entrada do Japão na era moderna, iniciada com o império MEIJI, em 1868, o NINJUTSU praticamente desapareceu. MEIJI queria transformar a então sociedade agrícola e de guerreiros samurais, em uma nação industrializada. Seu primeiro decreto foi proibir que os samurais usassem espadas.
Das quase cem escolas existentes antigamente, apenas uma sobreviveu até os dias de hoje e esta reunia os ensinamentos de nove clãs diferentes. Um dos principais motivos do desaparecimento do NINJUTSU está em sua própria filosofia. Apesar de poder ensinar sua arte marcial e algumas técnicas de combate aos interessados em geral, o ninja só repassa todo o seu conhecimento a um herdeiro determinado e de uma maneira muito especial. Com um agravante extra: o ninja não tem liberdade para escolher este herdeiro. O encontro deve ocorrer de forma natural ou, para os leigos, sobrenatural. É algo inexplicável, transcendental a matéria, é preciso uma afinidade muito grande entre aluno e discípulo, que ira acontecer naturalmente.
Os ninjas sempre foram espiritualistas, meio ecológicos. As primeiras famílias que habitavam as montanhas viviam em perfeita comunhão com a natureza, jamais contrariavam suas leis Entre um combate e outro, os ninja aprenderam a utilizar plantas e ervas como remédios. Em KOGA, província de SHIGA, berço do NINJUTSU, ainda hoje existem inúmeras companhias farmacêuticas originados a partir dos preceitos da medicina natural desenvolvida pelos ninja.
A fé também se tornou parte integral do NINJUTSU. Uma das principais influências espirituais dos ninjas foi SHINTO, “o caminho do KAMI”. KAMI é a palavra japonesa para Deus. Mas a filosofia implica em um sentimento mais voltado para uma força sagrada do que para um ser superior. Outra forte influência dos ninjas foi o método MIKKYO de expandir a força interior ou o KI, baseado no uso de palavras e símbolos secretos para concentrar a energia e as intenções em objetivos específicos.
Os ninja também foram influenciados por um grupo de nome SHUGENJA que morava nas montanhas. Esse método consistia em submeter-se aos obstáculos natureza para extrair força da própria terá. È incorreto, entretanto afirmar que esses métodos faziam parte das raízes do NINJUTSU, o NINJUTSU é uma filosofia separada e um modo de vida que não surgiu da noite para o dia. O grande intervalo de tempo entre o império JINMU e as famílias ninjas das montanhas comprova isto. Apesar de entrar em combate quando necessário, os ninjas eram pessoas comuns que desenvolveram certas habilidades para tentar superar dificuldades nos tempos feudal do Japão. NINJUTSU é freqüentemente traduzido como arte do desaparecimento, mas o KANJI “NIN” tem muitos outros significados, tais como perseverança, resistência e principalmente tolerância, que é o mais importante preceito do ninja.
Apesar de não serem guerreiras, as famílias ninjas eram constantemente repudiadas pela sociedade feudal. Eram submetidas a taxas de impostos injustas e perseguição religiosa. O ninja aprendeu a agir com mais eficácia por defesa própria. Eles usavam conhecimento superior das forças da natureza e das técnicas militares herdadas ao longo dos anos com armas contra o exército do governo.

Porém muitas de suas táticas eram consideradas covardes. Como atacar o inimigo sem lhe dar chance de defesa. Os ninjas na verdade apenas usavam o bom senso contra adversários mais poderosos. Os senhores feudais tinham ao seu lado os temidos guerreiros samurais, que muitos confundem com os ninjas, apesar de alguns serem mesmo samurais. Os ninjas não quiseram se envolver com o governo protegido por samurais que se estabeleceu na era KAMAKURA (1192-1333) até o fim do período EDO (1867). Muitas vezes as famílias ninjas usavam seus guerreiros ou fontes de informações para proteger seus membros, evitando que eles se tornassem vítimas de disputas entre grupos de samurais inimigos. O NINJUTSU era desenvolvido como uma contracultura para a sociedade japonesa dominada pelos samurais.
O sucesso dos ninjas nos combates se devia também a uma boa preparação e ao sistema perfeito de dissimulação, até mesmo dentro dos clãs. Não por acaso só ninja desenvolveram um sistema de combate e espionagem que lhes renderam uma boa reputação como guerreiros. Essa reputação pode ganhar uma nova perspectiva no mundo atual. Os ninjas eram pessoas comuns, mas com objetivo e pontos de vista filosóficos únicos. A filosofia ninja tornou-se parte bastante importante em seu método de combate.

O código do samurai, o BUSHIDO, deriva de uma série de princípios gerais para guerreiros, que se transformou numa disciplina formal. A filosofia ninja, embora contendo alguns valores similares, evoluiu através de outra trilha cultural. Quando uma casa ninja era atacada, por exemplo, seus moradores "desapareciam" por passagens secretas nunca descobertas. Os oponentes, desconhecendo os ninja, não compreendiam sua estratégia e divulgavam a lenda de que eles eram mágicos - sem ao menos perceber, que muitas vezes a derrota não era causada por um forte guerreiro, mas sim por uma delicada porem ardilosa mulher.


Para bem entendermos esta arte marcial tão fantástica e completa, dentro do contexto histórico do Japão, dividimos a história do NINJUTSU em períodos, para uma melhor compreensão.
1º período: surgimento do termo SHINOBI e o alvorecer do NINJUTSU. Iniciando se com a regência de SHOTOKU TAISHI e estendendo se ate o período HEIAN (794-1192)
O NINJUTSU passa a ser influenciado misticamente pelos YAMABUSHI do SHUGENDO e os monges budistas das seitas SHINGON e TENDAI.
2º período: a idade de ouro do NINJUTSU. KAMAKURA BAKUFU (1192-1353). O NINJUTSU passou a ser fortalecido com o surgimento da classe samurai que utilizava se de seus serviços. Posteriormente, com o SENGOKU JIDAI na era MUROMACHI (1393-1603) o NINJUTSU chegou ao seu ápice na utilização em operações de espionagens. As províncias de KOGA e IGA ficam famosos como redutos NINJA.
3º período: SHOGUNATO TOKUGAWA (1603-1868). Com o massacre realizado por ODA NOBUNAGA nas famílias ninja de KOGA e IGA, declinando assim, gradativamente, as ações shinobi, que passaram a serem institucionais no governo TOKUGAWA.
4º período: retorno do NINJUTSU as sombras. Restauração MEIJI (1868-1912). Com a influência ocidental e a extinção da classe samurai as famílias ninja restantes passa a transmitir suas tradições somente dentro de seus vínculos familiares. Surgem os primeiros DOJO de NINJUTSU, agora ensinando como arte marcial secreta.
5º período: ressurgimento do ninjusu. De 1912 a 1949: com o ressurgimento do expansionismo japonês, com as guerras da Manchúria e a 2ª guerra mundial, o NINJUTSU foi utilizado por tropas especiais do exercito japonês.
6º período: o NINJUTSU como caminho marcial. De 1950 aos dias atuais. Quando o NINJUTSU, agora encarado como via marcial passa a ser ensinado aos ocidentais e consegue maior divulgação e abertura. Antigas escolas saem do anonimato e voltam à atividade.

RETSU - DOMÍNIO DO TEMPO E DO ESPAÇO

Este KUJI IN de entrelaçamento de dedos é formado pelos dedos da direita de defesa mão fechados em volta do polegar da mão esquerda estendida e contra a borda exterior da unha com o polegar direito exercendo pressão com o polegar direito (Figura 7). “Na acupuntura, Este ponto é conhecido como SHO YO, o jovem” “Ponto de comerciante”. Utilizado no tratamento de febre e diarréia, o método é pressionar o polegar fortemente com um objeto acentuado, enquanto se inala durante nove pulsações (sete a dez segundos) e fazer isso três vezes. Em meditação precisa apenas tocar neste ponto, esse é o ponto meridiano grande do intestino, lembre-se dele. Este gesto incorpora domínio de tempo e espaço em um intervalo de três a cinco metros, dependendo de nível do estudante de desempenho. Ele está relacionado com o terceiro olho e pode ser empregado para congelar um adversário psicologicamente como o KIAI faz com som. Com vários adversários, um movimento rápido é suficientemente para blefar e intimidá-los tempo suficiente para permitir uma fuga. Ele pode ser usado em seguida, para suspender ou manter por tempo proporcional seu grau de concentração. Em fases avançadas, pode ser definido para bloquear uma porta, impedir o exercício ou retardar a ação do veneno ou incêndio.

SEIKO FUJITA: O ÚLTIMO NINJA DE KOGA

Em 1959, Fujita escreveu um livro, o que ele intitulou de Doronron: Saigo No Ninja (O Último Ninja), contando como seu avô tinha passado os segredos de sua família do Koga Ryu da linhagem Wada Ha de Ninjutsu para ele. O título do livro, que foi publicado 11 anos depois de Fujita ter elevado Iwata à posição de soke de Nanban Sato Ryu Kenpo e Shingetsu Ryu Shurikenjutsu, implica que mesmo a esta data tardia, ele tinha não passado seu sistema Koga Ryu Wada Ha para qualquer um dos seus colegas estudantes ou artistas marciais.
O suporte adicional para esta conclusão também está disponível em uma entrevista de 1963, com a autoridade oficial sobre a história das tradições marciais Nipônicas, o Daijten Ryuha Bugei, que na altura foi coletar informações de Chefes de vários sistemas de artes marciais japonesas tradicionais para uma publicação atualizada. A entrevista apareceu na edição de 1963 do Bugei Ryuha Daijiten e novamente foi reeditada na edição revisada de 1978, que foi publicada por Watatani Kiyoshi e Yamada Tadashi. A entrevista com Fujita girou em torno de seu lugar como herdeiro da Koga Ryu Wada Ha. A matéria com informações de Fujita para o Koga Ryu Wada Ha, que aparece no topo da página 273, é a seguinte: "este ryu é uma das 53 famílias Koga. Além disso, este ryuha é um dos Rokke Minamiyama das seis famílias perdidas, e ninguém sabe deste ryuha." Watatani, em seguida, desafiou a "Fujita Seiko provar o que dizia em" 1963
Na revisão de 1978, Watatani, seguindo em resumos, reflete nas informações de Fujita: "Seiko Fujita foi o último soke deste ryuha e foi um dos seis ryu que pertencia a Rokke Minamiyama, talvez seis famílias fortes de uma organização." Ele termina a sua reflexão de forma muito reveladora por escrito, "Além disso, ninguém sabe deste ryuha hoje. Penso que nunca existiu." Este é um fato contundente de um homem que é autor e oficial de artes marciais do governo do Japão," uma publicação que é considerada a autoridade de todas as questões de artes marciais do Japão. Esta declaração do Watatani, ausentes provas cabais e não validada, contradizia que deve ser considerado sagrado nas artes marciais.
Existem duas matérias adicionais que mencionam Fujita, um na parte inferior da página 921, que simplesmente é inserida como "Wada Ryu" e que diz ser a mesma como Koga Ryu Wada Ha. O movimento menciona que um "Wada Iga Morishinori fundou o ryu ,e que Fujita Seiko é um de seus descendentes ." A matéria fornece uma peça muito atraente de provas de que o Koga Ryu Wada Ha foi transmitida através família da Fujita e coincide com as provas do que acreditava –se verdadeiramente que ele era um soke da última tradição ninja de Koga. Na outra matéria, na página 273, Fujita faz uma "alusão" sobre outra escola, que era conhecida como "Wada To." Watatani, então, afirma que, em sua opinião, esta era apenas imaginação, que é uma prova de que Fujita conhecia apenas o Koga Ryu Wada Ha, um fato que é duramente em desacordo com os requerentes fraudulentos que fazem alegações genéricas que Fujita era soke de Koga Ryu como um sistema geral.
As informações mais interessantes que emergem da entrevista de Watatani, contudo, serão insistência clara que Fujita, que tinha não ensinado o sistema para qualquer pessoa e a conclusão de Watatani que Fujita foi o último soke de Koga Ryu Wada Ha. O impacto da declaração, de uma autoridade da natureza do Daijiten Ryuha Bugei, é claro. A matéria de declaração para o registro, se factual ou não, seria relegar a todos os requerentes futuros para uma herança linear do sistema para as fileiras dos charlatães e mentirosos.
Pode haver apenas uma conclusão razoável, por razões que nunca podem ser inteiramente claros, que Soke Fujita, um homem que passou sua vida inteira, praticando e tentando preservar as artes marciais tradicionais do Japão, tinha apenas três anos curtos antes de sua morte, decidiu que ele seria, no seu livro de 1959 declarado, "O Último Ninja (Koga)." O que foi sobre este Koga Ryu Wada Ha que tão diferente de seus outros sistemas de artes marciais Dai En Ryu Jojutsu, Nanban Sato Ryu Kenpo e Shingetsu Ryu Shurikenjutsu? A resposta pode estar na natureza exclusiva do Ninjutsu. As provas para apoiar esta conclusão emergiram dos registros de outra entrevista que teve lugar em dois anos antes que Fujita morresse.

Ninja o poder da mente

Devemos desenvolver nossos poderes mentais para a arte nos caminhos do SAIMINJUTSU. Seus poderes incluem a leitura da mente, Hipnose, sugestão, intuição e outras técnicas de controlar o resultado de qualquer situação.
LEITURA DE MENTE
Todos têm o poder para intuir os pensamentos dos outros. Alguns desenvolvem a leitura da mente para uma arte, enquanto outros continuam a negar sua existência. Não é que "ouvimos vozes” Embora isso seja possível; nem que se pode transmitir e receber símbolos visualmente, o mais comum teste de percepção extra-sensorial. Isso significa que quando encontramos um membro da família amado profundamente entristecido por uma perda, e procuramos confortar essa pessoa tocando- lhe, nesse momento, sentimos uma sensação física de mudança: criarmos uma ligação. Nós agora podemos experimentar alguma pequena sintonia, a dor ou a alegria da alma de outra. Este sentimento único é característica de telepatia ou transferência de pensamento é aumentado pelo estímulo emocional ou cuidado com os outros. O objetivo de leitura da mente, em seguida, é o estabelecimento da ligação mental com outro individuo. Em primeiro lugar, precisamos determinar que tipo de pessoa estivesse lidando: visual, auditivos ou tácteis. Artistas são essencialmente visuais, lidam com cor, forma e imagens visuais; músicos exemplificam categoria de auditiva, sobre si com tom e som; enquanto escultores talvez expressem melhor o grupo tátil, trabalhando com textura e forma. É interessante observar que o toque habitualmente sintetiza a realidade para a maioria das pessoas. Da mesma forma uma nota de Pio ou apito emanado por trás de uma parede, eventualmente, conduzirá curioso, sentir-se para as vibrações na fonte do som. Uma maneira de determinar que tipo de pessoa esteja lidando é observar seus olhos. "Os olhos são as janelas para a alma". Pensadores visuais olham para cima, quando procuram tentar lembrar ou observar coisas imaginam uma figura; ouvintes olham do lado a lado (em direção as orelhas) e ouvem sons correspondentes as lembranças; e táteis quando pensam olham para baixo e lembra-se de sensações (Figura 24 mapa da face). Devemos observar à qual quadrante cada pessoa olha quando pensa. Temos que lembrar que quem olhar acima do nível dos olhos ou vagando, pensam e lembram imagens. Aqueles que olham lado a lado estão ouvindo. Quem e olha para baixa esquerda e para baixa e direita são táteis. Olhando para a esquerda indica memória; à direita, raciocínio. Mantendo a testa (o terceiro olho), são gestos usados para estimular ou encorajar processos mentais. Tendo decidido em qual categoria deve ser a pessoa, devemos, em seguida, ajustar nós próprios a seu modo de operação. Isso é necessário porque a maioria das pessoas não tem idéia como processam informações; elas só sabem que fazem melhor coisas em algumas áreas do que outras. Quando falar com alguém que está orientado visualmente, palavras de utilização como "ver," "imagine a imagem, contemple isto ou é semelhante." Isso tornará mais fácil compreender o que dizem e aplica cuja sua própria construção ou forma de pensamento. Da mesma forma, para ouvintes, frases como "soa como,” a “foi dito, "e" ouvir o que está dizendo,” são adequadas. “Para tácteis, contato físico é melhor, mas podem ser aplicados termos como “sensação ou” impressão”. O mapa da face agora deve ser observado, desde que não seja alterado. O NINJA sabe que para influenciar os assuntos dos homens, devemos estar fora do círculo de pressões; não podemos esperar alterar outros até que tenhamos controle de nós próprios. Outro método pelo qual isso pode ser feito é a forma mais básica de meditação, é ajustar a respiração com a do alvo alçando assim uma sintonia para influenciar os outros "levando-os a acreditar que são idéias deles”. Esta é uma forma sutil de Hipnose, não adequado para a fase de mestre da mente, mas suficientes para partilhar um fardo ou dar conselhos. É impossível fazer outra pessoa fazer coisas ao seu acordo pela pura força de vontade; mas se você pode conseguir que siga você, eles podem realizar coisas muito além de que imaginaram sem suas habituais limitações, e você pode ser autorizado a assistir, ouvir ou sentir essa experiência com o alvo desta técnica. A seguir um bom teste de sintonia: quando você entrar em sintonia você e a pessoa alvo para realizar qualquer tarefa, intencionalmente comece alterando a taxa de respiração, então postura, então o tom da conversa, um tópico de sua preferência. Se o assunto é triste, lembrar-lhe, em termos que ele possa usar, das experiências mais felizes. Se ele ganhou uma grande ou mesmo vitória modesta, confraternizar com ela. Sinta a eletricidade de cada momento. A experiência do magnetismo dos indivíduos carismáticos, reviverem as memórias através dos olhos das pessoas, maravilhe-se na maravilha da curiosidade da criança. Trata-se tão perto como pode vir a ser a telepatia, ou a leitura da mente. Podem ser aplicada com igual facilidade de negociação, inquérito ou conversa. Se conhecer como, pode fazer o impossível parecer comum. Embora esses métodos não sejam facilmente reproduzíveis em laboratório, eles existem, no entanto os que praticam em pouco tempo encontram a forma de como eles funcionam e como poderosos são. Relativamente à leitura da linguagem corporal, deve notar-se uma coisa, sempre que um indivíduo faz um dos gestos indicados como uma posição de KUJI-IN, ele ou ela está indicando inconscientemente qual o estado ou o humor é predominante nesse momento. Mãos não precisam ser dobradas entrelaçadas neste ritual elaborado mostrado aqui, mas sempre um lado abrange o outro, que se indica conhecimento oculto. Sempre que são cruzados os braços, pernas ou dedos é um gesto de defesa. Há muitos MUDRAS, "este estudo do que pode consumir uma vida. Da mesma forma, se uma pessoa pretender definir o estado de espírito de outras, é possível fazer tão sutilmente formando os MUDRAS e não chamar atenção para eles. Desta forma, são vistas em um nível subconsciente. Por exemplo, bocejo é um gesto subconsciente e facilmente sugerido para um grupo. Próxima vez que você está em uma reunião que é extremamente chata, sentar-se numa posição confortável e bocejar. Você precisa não bocejo amplo; de fato parece que tudo está sendo feito para dissimular a bocejar por desrespeito ao orador. Por esta ou outras indicações sutis, o resto das pessoas podem em breve fazer o que desejar. Isso funciona bem em salas de aula e pode ter algum valor em situações de reféns. O mais descontraído ou mesmo sonolento aparecer, maior chance de que outros, mesmo um seqüestrador pode direcionado a ser acalmado ou a sentir stress maior por ter de ficar alerta. Além disso, se você, como os reféns, estão em suspenso, você não ameaça e que inibe o sentimento de hostilidade da sua parte. Além disso, ele pode perder a atenção protegendo você, talvez oferecer uma oportunidade para escapar.

Dr. Gustavo Albuquerque:.


Quando esistia uma mição considerada impossivel Eles eram chamados!

 Por mais dificio que paressa eles ainda esistem e estão bem atentos a tudo o que esta acontesendo ao redor do globo só que hoje eles são eselentes artesões lideres relijiosos...
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                       Durante o dia ele é só mais  um na multidão .Mas a noite ele é a justiça de DEUS!
Ser um ninja não consiste apenas em dominar a tecnica mas sim o Espirito pois ninjutsu é alto conhecimento!
A maior luta que o guerreiro infrenta en sua jornada é contra ele mesmo pois dominio proprio só se adquiri forjando o noso espírito no calor das nosas vontades e desejos sabendo-se que no decorrer desta jornada teremos que abrir mão de muita coisa para atingir a iluminação!

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                                           A virtude do guerreiro consiste en sua determinação.
                                                   Um caminho que leva ao alto conhesimento.
                                                      O ninjutsu esta chegando ao UFC
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