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Os Samurais serviam como soldados da aristocracia do Japão entre 1100 e 1867. Com a restauração Meiji a sua era, já em declínio, chegou ao fim. Sua principal caracteristica era a grande disciplina, lealdade e sua grande habilidade com a Katana.
Um termo mais apropriado para Samurai é Bushi (武士) (significando literalmente "guerreiro ou homem de armas") que era usado durante o período
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Era esperado dos Samurais que eles não fossem analfabetos e que fossem cultos até um nível básico, e ao longo do tempo, durante a era Tokugawa (também chamada de período Edo), eles perderam gradualmente a sua função militar.
Pelo fim da era Tokugawa, os Samurais eram burocratas aristocráticos ao serviço dos Daimyo, com as suas espadas servindo para fins cerimoniais. Com as reformas da era Meiji, no final do século XIX, a classe dos Samurais foi abolida e foi estabelecido um exército nacional ao estilo ocidental. O rígido código Samurai, chamado Bushido, ainda sobrevive, no entanto, na atual sociedade japonesa, tal como muitos outros aspectos do seu modo de vida.
Ninjas
Eram membros de uma organização secreta mercenária de infiltração, no Japão feudal do século XIV. Seus trabalhos envolviam espionagem, assassinato, sabotagem, dentre outros.
Ninjas seguiam um código de conduta, o Ninpo. Atualmente existem pessoas que praticam uma arte marcial baseada nas técnicas dos Ninjas, o Ninjutsu.
As espadas Ninja, conhecidas por Ninja-To, eram devidamente adaptadas a suas técnicas. Ao contrário da espada Samurai, a Ninja-To possuía a lâmina reta, para que o seu ocultamento fosse facilitado e para que ela produzisse menos ruídos ao ser usada.
Além das espadas, os Ninjas utilizavam também vários outros equipamentos e armas, que eram importantes recursos em suas missões. A Kaginawa, ou corda com gancho, era muito utilizada para ultrapassar muros e similares. Alguns loucos do pão facilitavam a prática da escalada e posteriormente vieram a ter outras utilidades, como, por exemplo, servir de arma e instrumento de defesa. Algumas escolas usavam bombas de fumaça para facilitar suas fugas.
Shakens ou Shurikens, as conhecidas "estrelas Ninja", também eram utilizadas largamente. O Shinobi Shozoku, ou uniforme Ninja, tinha por função camuflar o Ninja no ambiente, de modo a facilitar a sua "invisibilidade". Assim sendo, na maioria das vezes ele era totalmente preto, pois os Ninjas costumavam trabalhar à noite.
Um fato curioso é que também havia mulheres Ninja, denominadas Kunoichi. Entre outras vantagens características delas, as mulheres Ninja usavam a sedução no trabalho, pois além de seu treinamento normal junto com seus companheiros do sexo masculino, também recebiam treinamento especial na arte da sedução, na arte de elaboração e aplicação de venenos e usavam o Tessen (leque) com lâminas de metal, assim como as das espadas. Atuavam combatendo ou seduzindo homens de alto poder político; com a sedução elas conseguiam maior facilidade em obter as informações secretas de que precisavam.
Os Ninjas não trabalhavam por interesses pessoais, eram contratados por senhores feudais para executar serviços de sabotagem, assassinato ou apenas espionagem, seu código de honra impedia que ele fosse capturado vivo, para evitar tortura e a revelação dos interesses daquele que o contratou, sendo assim, o Ninja cometia suicídio.
Eram membros de uma organização secreta mercenária de infiltração, no Japão feudal do século XIV. Seus trabalhos envolviam espionagem, assassinato, sabotagem, dentre outros.
Ninjas seguiam um código de conduta, o Ninpo. Atualmente existem pessoas que praticam uma arte marcial baseada nas técnicas dos Ninjas, o Ninjutsu.
As espadas Ninja, conhecidas por Ninja-To, eram devidamente adaptadas a suas técnicas. Ao contrário da espada Samurai, a Ninja-To possuía a lâmina reta, para que o seu ocultamento fosse facilitado e para que ela produzisse menos ruídos ao ser usada.
Além das espadas, os Ninjas utilizavam também vários outros equipamentos e armas, que eram importantes recursos em suas missões. A Kaginawa, ou corda com gancho, era muito utilizada para ultrapassar muros e similares. Alguns loucos do pão facilitavam a prática da escalada e posteriormente vieram a ter outras utilidades, como, por exemplo, servir de arma e instrumento de defesa. Algumas escolas usavam bombas de fumaça para facilitar suas fugas.
Shakens ou Shurikens, as conhecidas "estrelas Ninja", também eram utilizadas largamente. O Shinobi Shozoku, ou uniforme Ninja, tinha por função camuflar o Ninja no ambiente, de modo a facilitar a sua "invisibilidade". Assim sendo, na maioria das vezes ele era totalmente preto, pois os Ninjas costumavam trabalhar à noite.
Um fato curioso é que também havia mulheres Ninja, denominadas Kunoichi. Entre outras vantagens características delas, as mulheres Ninja usavam a sedução no trabalho, pois além de seu treinamento normal junto com seus companheiros do sexo masculino, também recebiam treinamento especial na arte da sedução, na arte de elaboração e aplicação de venenos e usavam o Tessen (leque) com lâminas de metal, assim como as das espadas. Atuavam combatendo ou seduzindo homens de alto poder político; com a sedução elas conseguiam maior facilidade em obter as informações secretas de que precisavam.
Os Ninjas não trabalhavam por interesses pessoais, eram contratados por senhores feudais para executar serviços de sabotagem, assassinato ou apenas espionagem, seu código de honra impedia que ele fosse capturado vivo, para evitar tortura e a revelação dos interesses daquele que o contratou, sendo assim, o Ninja cometia suicídio.
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Apesar da tradição de 3000 anos, as primeiras aparições Ninja vão ocorrer, no Japão, a partir do séc. VI até a era Meiji, no séc. XIX, a utilização desses agentes como espiões foi aos poucos diminuindo e adentrando, novamente nas brumas da história, para renascerem mais tarde, por exemplo, durante a Guerra Russo-Nipônica em 1905 e no período que marca a Segunda Grande Guerra 1939-1945. Um registro importante é que, enquanto os Samurais ainda procuravam entender a eficiência das armas de fogo levadas ao japão pelos portugueses, os Ninja de pronto já incluiram essas armas em seu arsenal e passaram a utilizá-las em suas operações. Fato é que os Ninja, com a restauração Meiji, foram integrados às forças policiais e militares do Japão e isso ocorre até hoje, não só no Japão, mas no mundo, porquanto o Ninjutsu já é uma arte marcial espalhada pelo planeta e utilizado em larga escala pelos organismos estatais que necessitem silêncio e eficiência em suas operações. O universo Ninja ainda é tema constante na indústria do entretenimento japonês, sendo explorado nos games, mangás e desenhos animados. Com certeza o que mais fascina o ocidental nesses formidáveis guerreiros é o mistério que os cerca, mistérios milen




Dois
exemplos claros dessa atitude considerada digna de um guerreiro que
segue o Bushidô são visto em relatos de duas épocas distintas. No
primeiro Seppuku documentado da história, praticado por 源 頼政 Minamoto No
Yorimasa no século XII, até o de 三島由紀夫
Tantô,
Wakizashi ou um punhal, previamente preparado, para enfiar na barriga,
no lado esquerdo, e cortá-la então, até o lado direito deixando assim as
vísceras expostas para mostrar sua pureza de caráter. O Seppuku era
horrivelmente doloroso, mas o Samurai, de acordo com o seu código de
honra, não podia demonstrar dor ou medo ao realizá-lo.
No
mundo dos guerreiros, o seppuku era um feito de bravura que era
admirado em um Samurai que sabia haver sido derrotado, caído em desgraça
ou mortalmente ferido. Significava que ele poderia terminar seus dias
com os seus erros apagados e sua reputação não apenas intacta como
engrandecida. Porém, o corte do abdômen liberava o espírito do samurai
da forma mais dramática, sendo uma forma extremamente dolorosa, lenta e
desagradável de morrer. Não raro, o Samurai, após abrir o ventre,
permanecia vivo por horas ou mesmo dias, esvaindo-se em sangue e ao
mesmo tempo sentindo uma dor indescritível. Por isso, algumas vezes o
Samurai tinha a permissão de pedir a um companheiro leal que fosse seu
assistente e lhe cortasse a cabeça antes que esta pendesse ou que
demonstrasse não estar mais suportando a dor.
O
介錯者 Kaishakunin ou mediador do suicídio, ficava em pé ao lado para
executar o 介錯 Kaishaku, um corte no qual o guerreiro seria quase
decapitado, então. A manobra deveria ser feita na forma conhecida como
抱首 Dakikubi (pescoço abraçado), na qual o corte tinha que manter uma
porção fina da carne prendendo a cabeça, de forma que ficasse pendurada
na frente como se abraçasse a mesma. Por causa da precisão necessária
para tal manobra, o auxiliar deveria ser um espadachim qualificado.
Normalmente o Dakikubi acontecia assim que o punhal fosse mergulhado no
abdômen. Eventualmente até mesmo a lâmina foi desnecessária e o Samurai
poderia usar algo simbólico como um leque e isto acionaria o golpe
mortal do Kaishakunin. O leque foi usado quando o Samurai era muito
velho para usar a lâmina, ou em situações onde era muito perigoso
dar-lhe uma arma em tais circunstâncias.



















