sábado, 4 de fevereiro de 2012

NASCIMENTODONINJUTSU__


NASCIMENTODONINJUTSU__________________________
Envoltas em lendas cheias de mitos antigos, as origens dos Ninjas baseiam-se na crença de que eles descendiam do Tengu, pássaro-demônio da mitologia japonesa. Ainda que a maioria dos historiadores aceite que o ninjutsu tenha nascido no Japão, motivado pelas agitações político-religiosas do século VI d.C, é na China que devemos buscar sua origem.
Por volta de 500 a.C, um grande filósofo, general e estrategista militar chinês chamado Sun Tzu, escreveu um livro intitulado "A arte da guerra", um tratado sobre a ciência exata de temas como estratégia ofensiva, fraquezas e forças do inimigo, terreno, emprego de espionagem, operações de guerrilha e vulnerabilidade. Considerado modelo de leitura para intelectuais chineses e militares, até sacerdotes taoístas e budistas tinha conhecimento do seu conteúdo.
Embora vivesse numa era de constante violência, seu extraordinário senso de paz fazia Sun Tzu, em seu intimo, acreditar que estratégias adequadas e informações seguras sobre os planos do inimigo deviam conduzir o objetivo de uma guerra, não a concebendo como mera chacina e destruição. Sua diretriz primordial era que o estrategista habilidoso fosse capaz de subjugar o exército inimigo sem confrontá-lo, tomar suas cidades sem atacá-las e derrotar o seu estado sem derramamento de sangue. Fiel defensor da espionagem e operações secretas, ela afirmava que o uso de suas táticas daria um veloz resultado a uma guerra iminente.
Baseados nas táticas contidas nesse livro, os Ninjas desenvolveram suas técnicas características de luta. Os precursores dos Ninjas foram guerreiros que levavam uma vida mística, eremitas apartados da nascente sociedade feudal japonesa.
A primeira aparição Ninja remonta nos finais do século VI d.C, quando a Imperatriz Suiko e o Príncipe Regente Shotoko Taishi, um budista veemente, utilizaram espiões contra um usurpador do trono chamado Moriya. Homens como Mijinki No Mikoto, Otomo No Saijin e Eno Ozano foram os primeiros que puderam ser chamados de Shinobi.
Ao se tornar governante, Shotoku promoveu diversas mudanças administrativas no país e transformou o Budismo na religião oficial do Japão, sendo o próprio Xintoísmo, religião nativa, relegada a segundo plano. Com sua morte, em 622, teve início um período de guerras civis. Os conflitos terminam em 645, e a organização centralizada do estado, proposta por Shotoku, refletiu-se novamente na reforma Taika de 645, empreendida pelo imperador Kotoku. Esse por sua vez estabeleceu o mesmo sistema de governo vigente na China, onde todas as terras e a população ficariam sujeitas ao governo central, a monarquia absoluta. Todos os camponeses seriam obrigados a pagarem impostos.

Por discordarem deste novo sistema de governo e fugindo de perseguições político-religiosas impostas pelos aristocratas - esses viam a crescente influência dos budistas no governo como uma ameaça - certos seguidores do budismo Shingon, formadores do Shugendo (uma mistura de Budismo, Xintoísmo e Taoísmo), resolveram instalar-se em uma região inóspita e montanhosa do Japão (em torno das antigas províncias de Iga e Koga) e, por isso, foram então chamados de Yamabushi (Monges Guerreiros da Montanha).
Esses guerreiros, que passaram a se organizar em bandos, foram os responsáveis pela formação dos primeiros Clãs Ninjas, bem como pela consolidação de uma nova arte marcial, o ninjutsu, que foi uma adaptação às necessidades da época e uma evolução do que já existia até então.

AS18ESPECIALIZAÇÕES___


AS18ESPECIALIZAÇÕES_____________________________
O treinamento de ninjutsu não consiste apenas no Tai jutsu (combate corpo-a-corpo) e sim num conjunto de disciplinas. Estas reunidas formam 18 especializações que possibilitam o desenvolvimento completo de seu praticante. Tais disciplinas variam de escola para escola.
Dentro do Sho Kumo Ryu Ninjutsu são treinadas as seguintes especializações:
1. SHINOBI TAI JUTSU
Técnicas de combate a mãos nuas, sem a utilização de armas. Envolve golpes traumáticos a áreas sensíveis do corpo, imobilizações, projeções, torções e quebramentos de membros e ossos. Divide-se em:
Daken Tai Jutsu: Conjunto de técnicas formado pelos golpes traumáticos e torções aplicada ao corpo. Primeiramente os membros superiores são visadas e inúmeras "chaves" são utilizadas.
Ju Tai Jutsu: Parte "suave" do Ninjutsu que envolve golpes de projeção, agarramento e apresamento. Possibilita ao nijutsuka dominar seu inimigo sem machucá-lo mais que o necessário.


Koppo Tai Jutsu: Conjunto de técnicas específicas de quebramento de ossos. É intensivo esse treinamento dentro do Sho Kumo Ryu Ninjutsu e de outros estilos, desenvolvendo técnicas secretas (Okuden e Hiden) que só eram transmitidas aos discípulos mais adiantados e dicados.
2. ATEMI JUTSU
Conjunto de técnicas envolvendo ataques aos pontos de pressão (Atemi) e aos pontos vitais (Kyusho). Esses ataques combinados com os conhecimentos da fluência do ki e da astrologia chinesa (Omyodo), formam uma técnica mais apurada conhecida como Dokute ou Toque da Morte.
3. NINPO BUGUEI
Treinamento com todas as armas tradicionais do ninjutsu, Juhakei bugei.
4. NINPO KENJUTSU
O uso da espada pelo guerreiro Shinobi, utilizando-se de técnicas diferentes dos antigos Samurai. Outra característica que distinguia o Ninpo Ken Jutsu das outras práticas com a espada, era a utilização de qualquer meio que pudesse auxiliar o Ninja na conclusão favorável da luta. Desde jogar pimenta nos olhos do oponente até cortar seus pulsos no momento em que ele levantasse sua espada.
5. BO JUTSU
Técnicas de combate com bastão, divididas em três tipos diferentes: 1) "Tanbo", bastão curto; 2) "Hanbo", bastão médio; e 3) "Bo", bastão longo.
6. KUSARI NO JUTSU
Técnicas de especialização no uso de correntes de metal e armas compostas por elas. A corrente era uma arma maleável e de grande praticidade. Sendo grande, poderia substituir uma corda nas ações de escalada e captura (Kusarigama e Kyoketsu Shoge); se pequena, tornava-se excelente arma de defesa, como o Manriki Gusari.

7. SO JUTSU
A arte da lança . Utilização da yari em ações de grande escala.
8. KUMO GAKURE NO JUTSU
Técnicas de escalada em paredes, muros e árvores (Tanuke Gakure no Jutsu), podendo também utilizar a Tekagi e Ashiko , ou outros instrumentos (Shoten no Jutsu) para facilitar o processo e transpor os obstáculos mais rapidamente.
9. SHURIKEN JUTSU
Utilização de lâminas de diversas formas para serem arremessadas no oponente. O uso dessa arma tinha vários objetivos, desde atrair a atenção do inimigo, até matá-lo. O efeito desejado era obtido pelo envenenamento (Doku no Jutsu).
10. NAWANUKE NO JUTSU
A arte de livrar-se de amarras e cordas através da rotação dos músculos e articulações. Também evolve técnicas de amarrar o adversário em combate (Hojo Jutsu).
11. SUIREN JUTSU
As técnicas de combate dentro d'água (Sui Jutsu) e técnicas específicas de deslocamento em fossos e rios (Mizu Gumo no Jutsu).
12. DOKU NO JUTSU
A arte do envenenamento. Os venenos podiam ser utilizados diretamente no inimigo, ou adicionados as armas, conferindo as mesmas uma maior letalidade.
13. HENSO JUTSU
Técnicas especiais de disfarce, incluindo os sete disfarces tradicionais Shinobi. A técnica chamada Sichi-ho-de no Jutsu , ou "Sete caminhos de ir", consistia em um conjunto de sete disfarces básicos:
1. SAMURAI - Pertecente a algum clã ou ronin (samuari sem mestre)
2. KOMUSO - Monge etinerante
3. YAMABUSHI - Monge das montanhas
4. SUKKE - Espécie de monge budista
5. SARUWAKA - Dançarino de teatro Noh
6. TSUNEGATA - Fazendeiro
7. AKINDO - Mercador
O Ninja utilizava-se das peculiaridades de cada disfarce, para adentrar em fortificações inimigas e obter informações. Ele adotava com estes disfarces, o modo de vida da classe que tencionava imitar, garantindo a sua segurança.
14. RYOHAN JUTSU
Arte da personificação e dramatização, onde o shinobi assume a figura de alguém importante e o substitui.
15. HEIHO NO JUTSU
O estudo da Arte da Estratégia Militar sempre esteve ligado à figura do Ninja. Resultado direto dos ensinamentos do tratado "A Arte da Guerra", escrito pelo general chinês Sun Tzu, o espião Shinobi sempre soube aproveitar e estudar as várias técnicas de combate e estratégia criadas pelos sábios guerreiros antigos. O Ninja baseava-se também em alguns livros e códigos que dominavam o ensino da estratégia no mundo oriental antigo. Além do já citado (acima) "A Arte da Guerra", o Shinobi orientava-se por diversos Denshos (pergaminho onde eram registradas todas as técnicas de um Clã) como o "Bansenshukai" de Yasutake Fujibayashi, "Ninpiden" de Hanzo Hattori e o "Shoninki" de Natori Mazazumi. Com o passar dos anos, outras obras foram sendo estudadas, escritas por outros famosos Mestres da Estratégia, como o "Go Rin no Sho" de Miyamoto Musashi e o "Tengu Geijutsu Ron" de Shissai Chozan. Aos poucos o ofício de estrategista foi se integrando ao treinamento do espião feudal japonês.
16. KYONEN JUTSU
A arte da exploração dos medos do adversário, tanto físicos como psicológicos, fazendo com que o oponente coloque em dúvida até os seus próprios conhecimentos.
17. SAIMIN JUTSU
Consiste no desenvolvimento de técnicas de concentração e mentalização para a superação de inimigos e adversidades, bem como para um profundo auto-conhecimento, além de outros exercícios para o fortalecimento mental, esprirtual, percepção do perigo, etc.

18. ONSHIN JUTSU
Compreende a arte da invisibilidade (ocultar-se nas sombras), técnicas especiais de deslocamento ( mover-se silenciosamente ou caminhar e correr para cobrir efetivamente longas distâncias) e ataques diurnos e noturnos ( infiltrar-se em áreas inacessíveis), tanto individuais quanto em grupo.

A HISTÓRIA DO NINJUTSU DEVE SER RECONSIDERADA


A HISTÓRIA DO NINJUTSU DEVE SER RECONSIDERADA
Por SENSEI Albuquerque:.


por Alexei Gorbylyov
Tradução e adaptação de Rodrigo Müller
Hoje em dia em muitos países centenas de livros sobre Ninjutsu são publicados. Muitas das informações alí
contidas são baseadas em duas linhas de informação – os textos da Bujinkan fundada por Masaaki Hatsumi ,
cujas palavras são repetidas por dezenas de seus estudantes em diferentes línguas de diferentes países, e
aquelas formadas por livros mais populares, escritos por autores que querem somente fazer dinheiro com
suas escolas de ninjutsu de autoria duvidosa.
Diferentes autores e títulos buscam também caminhos diferentes para pesquisar sobre o complicado fenômeno
do Ninjutsu. Todos estes “historiadores” (muitos não conhecem sequer a língua japonesa, nem tiveram contato
com as crônicas históricas sobre Ninjutsu) possuem a mesma versão dos fatos: Os ninjas eram representantes
de clãs secretos (a palavra clã é sempre encarada como referência a uma sociedade secreta e não familiar),
baseada em um conhecimento esotérico espiritual do Shugendo (o caminho para obter os poderes
sobrenaturais), com a intenção de manter a harmonia do universo.
Os seguidores do Shugendo não suportavam os desmandos governamentais dos Samurai e estavam sempre
sob ataque dos mesmos. Então, os clãs Ninja desenvolveram uma arte secreta de espionagem, distração e
combate desarmado que mais tarde teve o nome de Ninjutsu.
Porém, os clãs Ninja não eram uma organização de espiões. As pesquisas sérias feitas sobre o assunto apontam
uma busca maior pela iluminação e uma harmonia com o mundo que os rodeava. O estudo dos textos históricos,
da literatura clássica e reais tratados de Ninjutsu, além do trabalho de modernos pesquisadores da história do
Ninjutsu como: Yamaguchi Masayuki, Okuse Heishichiro, Nawa Yumio e outros, encontraram uma imagem
diferente dos Ninja e sua Arte. Aqui eu gostaria de usar um pensamento extraído de um livro do século XVIII
intitulado “Títulos de famílias Samurai” (Bushi myomokusho) : “Os Shinobi no mono executam diferentes
trabalhos de espionagem. Também são chamados de kanja e choja. O seu serviço é penetrar secretamente em
outras províncias e encontrar a real situação no campo inimigo, além de encontrar os seus pontos fracos.
Adicionalmente, alí estando, podem ter que assassinar algumas pessoas. Estes Shinobi são usados em muitos
casos. Também são chamados de mono kiki e shinobi metsuke. Normalmente seu serviço não era fixo. Um
Shinobi usualmente é uma pessoa comum, um ashigaru (pernas leves), um doshin (guarda policial), um rappa,
seppa ou outro que possa ser usado. Perto de Kyoto, nas províncias de Iga e Koga, do distrito de Omi,
existem muitos Jizamurai, que depois da era Onin (1467-1477) organizaram – se em seus próprios bandos,
muitas vezes, assaltando e roubando. Muitos deles acabaram tornando –se mestres em sua arte de espionagem
(kancho no jutsu), depois que seus Daimyo (lordes feudais) os tornaram Ronin (Samurai sem mestre). A
prática usual os fazia espiões. Tinham então o nome de Iga no mono (homens de Iga) e Koga no mono
(homens de Koga). (traduzido do japonês antigo por Koji ruien. Tokyo, 1969, volume 43, página 346).
Estas observações podem ser vistas por diferentes pesquisadores japoneses de Ninjutsu, e não nos causa
surpresa o fato disto estar implícito em muitos destes textos. Quem era o Ninja (ou Shinobi no mono, como
aparece também em vários textos antigos) e qual eram as normas de seus clãs secretos para a manutenção e
desenvolvimento da arte do Ninjutsu ? O que é mais importante nestes textos ?
Primeiramente, os Shinobi no Mono eram espiões militares e serviam aos lordes feudais. A função de espião
não depende do ensinamento de conhecimentos místicos religiosos que era a base da distinção desta categoria.
Por isso, podemos substituir a palavra Ninjutsu nestas ocasiões por Kancho no Jutsu, que era a habilidade de
espionar sem qualquer vínculo com aspectos espirituais. O uso simplesmente da palavra Kancho ou Choja,
que também significa espião, palavra esta de origem chinesa, também é sinônimo de Shinobi no mono. Nestes
casos é importante ressaltar os grupos sociais de onde o Shinobi era recrutado: pessoas comuns, Samurai de
classe baixa (Ashigaru), policiais (Doshin), vários criminosos como seppa e rappa (nome dado no Japão a
bandoleiros das montanhas e campos).
Se adicionarmos aqui o fato de que, em alguns textos como o “Diário da Família Momii” (Momii ke nikki),
aparece o termo Shinobi no Samurai (Koji ruien, volume 43, página 355 – Samurai servindo como um
Shinobi), fica claro que somente alguns homens possuíam habilidades especiais para que pudessem servir
como um Shinobi. Então, a passagem do texto “Buke Myomokusho” que se refere a famosos grupos de Iga
e Koga é muito exata. Existiram muitos Mestres da Arte da Espionagem e eles realmente treinaram e estudaram
as tradições do Ninjutsu e transferiram seu conhecimento através das gerações em suas regiões. Mas estes
mesmos homens de Iga e Koga não foram os criadores da arte da espionagem, pois estes estudos são muito
anteriores ao surgimento do próprio Ninjutsu.
É claro que não podemos vincular o complicado fenômeno do Ninjutsu tomando como base somente esta
passagem. Mas existem muitos outros recursos que corroboram com esta teoria: “As crônicas das cinco
gerações de Hojo”(Hojo Godaiki), “Registros das oito províncias de Kanto”( Kanhasshu Roku), “Crônicas
Militares de Matsuo” ( Matsuo Gunki) e muitos outros textos.
Também é possível tirar conclusões dos modernos historiadores do Ninjutsu, que tentam retirar a imagem
estereotipada deste “invisíveis japoneses”, reconsiderando este pensamento com base em documentos históricos.
Temos tentado obter informações verdadeiramente históricas sobre o Ninja. De fato, esta situação não é tão
desesperadora assim. Existem dezenas de tratados Ninja famosos, como o “Bansenshukai”, o “Ninpiden” e o
“Shoninki”, que foram publicados no Japão em suas épocas. Existe uma descrição detalhada sobre a invasão
de Oda Nobunaga na província de Iga, constante em fragmentos no “Shinchokoki”. Existem também inúmeros
relatórios históricos dos Oniwaban do Shogun e outros documentos. Existem também inúmeras genealogias
de clãs reais Ninja, como os Hattori, os Fujibayashi, os Momochi e outros. E finalmente, centenas de passagens
em muitos Gunki Monogatari, como o “Taiheiki”, “Hojo Godaiki”, “Kanhasshu Roku”, “Matsuo Gunki”,
“Intoku Taiheiki”, “Taikoki” e muitos outros. Por que negligenciar estes recursos ? Por que os ditos
“historiadores” ocidentais não os usam como instrumento de pesquisa ?
Nota sobre o autor: Alexei Gorbylyov é pós – graduando PHD com o trabalho A tradição do Shugendo das Montanhas
Kumano e Yoshino no final do período Heian no Japão, pela Universidade Estatal de Moscou, em seu Instituto de Estudos
Asiáticos e Africanos, na Rússia.
Ele conduziu uma vasta pesquisa da história do Ninjutsu baseada na investigação de velhos informes (atualmente ele está
traduzindo o “Iranki” e fragmentos paralelos do “Shinchokoki”, e “Shoninki” para o russo). Também fez uma pesquisa de
campo extensa (visitou a província de Iga, Ueno, Konan, Koka e Negoro). Em 1997 publicou um livro intitulado “O Caminho
dos Guerreiros Invisíveis. A verdadeira história do Ninjutsu” (Minsk, Belorus, Harvest Publications, 496 p.), em russo, com
uma circulação na primeira edição de 15.000 cópias, devotado exclusivamente às histórias e lendas do Ninjutsu. Também
trabalhou como Editor chefe da maior revista de Artes Marciais daRússia, de nome Kempo. Atualmente trabalha em um artigo
chamado “O clã Hattori. Investigando as origens e a natureza da tradição do Ninjutsu de Iga.”, com tradução em inglês